
O deputado Wellington do Curso (PP) precisa explicar melhor as acusações que lhe são imputadas.
Candidato a prefeito, Wellington não pode deixar dúvidas quanto a possíveis graves equívocos cometidos por ele. Para isso, necessita ser o máximo transparente com o eleitor, sem subterfúgios ou meios-termos.
A seguir, listamos as principais denúncias levantadas contra Wellington e, em seguida, elencamos, ao nosso ver, o que não foi esclarecido de forma convincente.
Denúncias de sonegação fiscal, débitos de ISS e IPTU. No caso deste último, uma dívida de mais de R$ 120 mil reais.
O candidato Wellington do Curso alega que recorreu do valor cobrado, porém não consta que foi feito o depósito em juízo do IPTU, conforme preconiza o trâmite legal.
É incompatível cobrar melhorias do poder público (a exemplo de acabar com os alagamentos da cidade) se na outra ponta o cidadão não cumpre a parte mínima de pagar os impostos devidos.
Ação de reintegração de posse movida pelo Estado por conta de um terreno em que é acusado de invadir em uma área de proteção ambiental ao lado da Via Expressa.
O candidato Wellington do Curso afirma que o terreno é do irmão, porém falta publicizar o contrato de compra em nome do irmão. Outro questionamento que fica: que comprou de quem?
Diferente do que o candidato declara, se tratar de perseguição dos adversários, o eleitor precisa está informado de tudo sobre a vida daquele que irá comandar os rumos da sua cidade. Ser prefeito de São Luís exige, entre outras atribuições como conhecimento e preparo, honestidade. E cobrar isso de um gestor não é perseguição, nem calúnia, tampouco ofensa. Reiteramos, nada contra à pessoa ou à família do deputado, que merece todo respeito, o que se pleiteia é apenas a verdade, tão somente ela, que venha à tona.