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Governador do Maranhão mostrou documento da CCJ provando que não fez nenhuma manifestação a favor do projeto de lei 2.279/07
“Estamos com uma atitude bastante clara e transparente, mostrando que não há nenhuma razão para esta citação, ao contrário há apenas a palavra de uma pessoa sobre um fato inexistente”, afirmou.
Em suas redes sociais, Dino apresentou certidão expedida pela Câmara Federal isentando-o de envolvimento com o favorecimento da matéria durante o período em que exerceu o mandato de deputado federal.
“Eu, inclusive, apresentei provas documentais mostrando que jamais atuei neste projeto de lei. Esse projeto de 2007 não é de minha autoria, eu fui relator e não apresentei parecer, devolvi o projeto sem parecer. De modo que é uma citação absurda”, completou.
O documento da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal prova que Flávio Dino não apresentou qualquer matéria ou fez manifestação em favor do projeto de Lei 2.279, de 2007, que teria por finalidade beneficiar a Odebrecht.
A assessoria do governador se manifestou sobre a polêmica sobre a data da assinatura do documento, obtido em 17 de março de 2017, semanas antes da divulgação da lista pelo ministro Edson Facchin. Segundo eles, o governador se antecipou, solicitando a certidão da Câmara Federal, pois haveria uma boataria sobre a delação e algo ventilado na coluna do jornalista Lauro Jardim.
A situação de Flávio Dino é diferente de muitos outros da lista do STF, pois o governador apenas teve seu nome citado, mas ele não foi denunciado pelo Ministério Público e nem é réu em processo da operação Lava Jato. 2010 para a campanha de Flávio Dino ao governo do Maranhão.
Com informações de O Imparcial