O ex-presidente da Câmara Municipal de São José de Ribamar, Dudu Diniz, participou, no sábado pela manhã, da ação da saúde em parceria com o Governo do Maranhão, através da Secretaria de Saúde.
Na ação, houve consultas oftalmológicas e distribuição de óculos de grau, totalmente gratuitos, além de tratamento de varizes para quem precisa. Foram mais de mil atendimentos ao povo ribamarense.
“Transformando vidas em São José de Ribamar! Tive a honra de participar de mais uma ação incrível do Governo do Estado, proporcionando consultas oftalmológicas e distribuindo óculos totalmente gratuitos para quem precisa. Além disso, também levamos cuidados para quem enfrenta problemas de varizes. A missão continua, mesmo sem mandato. Agradeço ao nosso governador Carlos Brandão, ao secretário estadual de Saúde, Tiago Fernandes, ao querido secretário municipalista Orleans Brandão e a todos que fazem isso acontecer”, disse.
Dando continuidade à programação, Dudu Diniz ressaltou a importância da participação da comunidade nas festividades e nas ações de saúde. “É fundamental que todos se envolvam. A saúde é um direito de todos e momentos como este reforçam nosso compromisso com o bem-estar da população”, afirmou.
À noite, Diniz também participou, ao lado do governador Carlos Brandão, do deputado estadual Jota Pinto e da vereadora de São Luís, Concita Pinto, da celebração da missa no Festejo de São José de Ribamar.
“Celebrando a fé e a união no Festejo de São José de Ribamar! Que as bênçãos do nosso Santo Padroeiro iluminem cada canto da nossa cidade e nos inspirem a construir um futuro repleto de amor e solidariedade”, disse Dudu.
Início será em regime fechado; ex-presidente também foi condenado a 124 dias multa, no valor de dois salários mínimos o dia.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, com início em regime fechado, por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Além da prisão, Bolsonaro também foi condenado a 124 dias multa, no valor de dois salários mínimos o dia.
Para a definição da pena, o ministro relator, Alexandre de Moraes, considerou o agravante de liderança de organização criminosa e a atenuante da idade avançada do ex-presidente. Ele foi acompanhado por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O ministro Luiz Fux, por ter votado pela absolvição de Bolsonaro, decidiu não participar da definição de pena.
Condenação
Por maioria de votos, Bolsonaro se tornou o primeiro presidente do Brasil a ser condenado por golpe de Estado.
O relator, Alexandre de Moraes, foi acompanhando por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Luiz Fux votou pela absolvição. O placar final foi de 4 a 1.
Ele foi condenado pelos seguintes crimes:
• Organização criminosa armada;
• tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
• golpe de Estado;
• dano qualificado pela violência e grave ameaça (com exceção de Ramagem);
• e deterioração de patrimônio tombado (também com exceção de Ramagem).
No Brasil, as penas só podem ser executadas depois que o caso transita em julgado, ou seja, depois que acabam todas as possibilidades de recurso.
Como votou cada ministro
Alexandre de Moraes: Dedicou cinco horas ao voto e apontou Jair Bolsonaro como líder da organização criminosa que planejou um golpe de Estado. Segundo ele, o grupo usou a máquina pública e apoio de militares para atacar o Judiciário, desacreditar o sistema eleitoral e impedir a posse do governo eleito em 2022. Moraes citou a minuta do golpe discutida com militares, a reunião de ministros em 2022, o financiamento de acampamentos em quartéis, o Plano Punhal Verde e Amarelo e a coordenação dos atos de 8 de janeiro. Para o ministro, as ações mostraram a recusa de Bolsonaro e aliados em aceitar a alternância democrática de poder e quase levaram o Brasil de volta a uma ditadura.
Flávio Dino: Acompanhou Alexandre de Moraes e votou pela condenação de Jair Bolsonaro e outros sete réus. Para ele, Bolsonaro e Walter Braga Netto exerceram liderança sobre a organização criminosa e devem receber penas mais altas, enquanto Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Alexandre Ramagem tiveram participação menor e devem pegar penas reduzidas. O ministro ressaltou que a tentativa de golpe não se tratou apenas de preparativos, mas de atos executórios que colocaram em risco o Estado Democrático de Direito, incluindo com a invasão violenta das sedes dos Três Poderes.
Luiz Fux: Foi o único a divergir no julgamento. Em um voto de 14 horas, defendeu a absolvição completa de Jair Bolsonaro e de outros cinco réus. Em relação a Mauro Cid e Walter Braga Netto, votou pela condenação apenas pelo crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, rejeitando todas as demais acusações. Ao contrário dos outros ministros, Fux analisou separadamente cada crime e cada réu. Também acolheu quase todas as preliminares apresentadas pelas defesas, argumentando que houve cerceamento do direito de defesa e que o STF, assim como sua Primeira Turma, não teriam competência para julgar o caso. Logo no início de sua manifestação, ainda enviou um recado indireto a Alexandre de Moraes, afirmando que juízes não têm função investigativa e devem agir com distanciamento.
Cármen Lúcia: Concluiu que a PGR apresentou provas sólidas de uma empreitada criminosa organizada por uma “milícia digital” para atacar o Judiciário e as urnas eletrônicas, liderada por Jair Bolsonaro, apontado como responsável por planejar a ruptura institucional e a permanência forçada no poder. Para ela, as ações foram coordenadas, contaram com participação efetiva de Mauro Cid e envolveram violência, grave ameaça e até cogitação de assassinatos de autoridades. Rejeitando a tese de Luiz Fux, defendeu que os réus devem ser condenados separadamente pelos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Cristiano Zanin: Surpreendeu ao acompanhar integralmente o voto de Alexandre de Moraes e votar para condenar todos os réus pelos cinco crimes imputados pela PGR. Para ele, ficou comprovada a existência de uma organização criminosa armada e estruturada para manter Bolsonaro no poder. Segundo o ministro, as ações envolveram uso de estruturas do Estado, ameaças a autoridades e violência, evidenciada nos atos de 8 de janeiro de 2023. Zanin afirmou que não foram apenas opiniões políticas ou atos preparatórios, mas um conjunto de estratégias coordenadas que atacaram a democracia, e que a responsabilização é fundamental para consolidar o Estado Democrático de Direito.
Relembre o caso
Em 8 de janeiro de 2023, manifestantes vindos de várias cidades e do acampamento em frente ao quartel general do Exército invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF. Obras, estruturas e peças históricas foram destruídas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro estava nos Estados Unidos quando os ataques ocorreram, mas já estava na mira da Polícia Federal como possível mentor de um plano golpista.
As apurações avançaram com a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Ele relatou reuniões do presidente com ministros, embaixadores e chefes militares antes das eleições de 2022, nas quais o então mandatário colocava em xeque a credibilidade das urnas.
No segundo turno, a PRF teria sido mobilizada para dificultar o acesso de eleitores em cidades mais favoráveis a Lula. Após a diplomação do petista, em dezembro, vândalos incendiaram carros e ônibus e tentaram invadir a sede da PF em Brasília, e dias depois foi encontrada uma bomba perto do Aeroporto da capital.
Ainda em dezembro, investigações apontaram a elaboração de uma minuta golpista e do plano “punhal verde-amarelo”, que previa os assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes. O inquérito da PF foi concluído em novembro de 2024.
Bolsonaro e outros 36 aliados foram indiciados e denunciados pela PGR, que os dividiu em cinco núcleos de atuação. O núcleo central, liderado por Bolsonaro, teria planejado impedir a posse de Lula. A denúncia foi aceita pelo STF, e os réus passaram a responder a uma ação penal.
Segundo a acusação, Bolsonaro liderou a organização criminosa, articulou ataques às urnas, difundiu desinformação e incitou a intervenção militar. Em junho, os réus foram interrogados e negaram a tentativa de golpe.
As defesas questionaram a imparcialidade de Alexandre de Moraes e a validade da delação de Cid, marcada por contradições e descumprimentos do acordo. Anular a delação, porém, significaria invalidar parte das provas nas quais se baseia a denúncia.
O caso repercutiu internacionalmente. Em julho, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump defendeu Bolsonaro, chamou o processo de “caça às bruxas” e impôs sanções a Moraes, que reagiu afirmando que não recuaria “nem um milímetro”.
Com a entrega das alegações finais, o ministro Cristiano Zanin marcou o julgamento. Após cinco sessões, a Primeira Turma do STF decidiu condenar Bolsonaro e outros sete réus.
Helena Duailibe, Wellington do Curso e Júnior Cascaria celebraram a vitória do Maranhão Atlético Clube, que conquistou o acesso à Série C após 19 anos.
Na sessão plenária desta terça-feira (9), deputados repercutiram a histórica vitória do Maranhão Atlético Clube (MAC), que no último domingo (7) conquistou o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro de 2026. Após 19 anos, o clube maranhense volta a disputar a competição, em uma conquista que representa o primeiro acesso do time dentro do atual formato do campeonato nacional.
A deputada Helena Duailibe (PP) destacou o orgulho que a conquista traz para os maranhenses.
“Em seus 92 anos de história, o nosso Maranhão Atlético Clube escreve mais um capítulo inesquecível. Estamos muito felizes com essa conquista! Parabenizo todos os jogadores, comissão técnica e diretoria pelo esforço, dedicação e garra”, declarou.
O deputado Júnior Cascaria (PODEMOS) ressaltou a importância do feito para o esporte no Maranhão.
“Foi um grande passo para o nosso futebol. Que o esporte maranhense siga crescendo e inspirando novos atletas”,enfatizou.
Já o deputado Wellington do Curso (NOVO) valorizou a fidelidade da torcida atleticana ao longo dos anos.
“Fico maravilhado com a torcida do MAC, que mesmo em tempos difíceis se manteve presente. Agora, com essa vitória, há uma renovação do entusiasmo e a certeza de que ainda conquistaremos o título da Série D”, concluiu.
Escritor ficou conhecido por sua precisão em crônicas e criou personagens como o Analista de Bagé, a Velhinha de Taubaté e Ed Mort.
O escritor Luis Fernando Verissimo em ambiente de trabalho. Foto de 1995. Foto: Marcos Mendes/Estadão
Luis Fernando Verissimo morreu neste sábado, 30, em Porto Alegre (RS). A informação foi confirmada pelo Hospital Moinhos de Vento, onde o escritor, de 88 anos, estava internado. Ele faleceu em decorrência de complicações de uma pneumonia.
Em 17 de agosto de 2025, sua família divulgou a informação de que ele estava internado desde a semana anterior por conta de uma “pneumonia leve que foi piorando”.
Os problemas de saúde de Luis Fernando Verissimo
Nos últimos anos, o escritor já havia enfrentado outros problemas de saúde, incluindo uma cirurgia na mandíbula, em novembro de 2020, e um AVC (Acidente Vascular Cerebral) em janeiro de 2021. Este último afetou uma parte cognitiva de seu cérebro, dificultando a ordenação de seus pensamentos, ainda que compreendesse o que se passava ao redor.
Desde então, passava por uma recuperação lenta e gradual e também por alguns fatos inusitados – como a sua maior facilidade para se comunicar em inglês, língua que se tornou fluente por conta da infância nos EUA.
Em dezembro de 2020, foi questionado sobre o que vinha lendo nos desafiadores tempos de pandemia.“O melhor livro que li em 2020 foi o de ensaios e estudos sobre Antonio Candido lançado pela editora 34, prova de que existe vida inteligente na Terra.”
Vida e obra de Luis Fernando Verissimo
Cronista, cartunista, ficcionista, saxofonista, gourmet e torcedor fanático do Internacional, Luis Fernando Verissimo sempre foi uma das raras unanimidades positivas do País.
Autor de mais de 70 livros que já venderam milhões de exemplares (entre eles, os best sellers O Analista de Bagé e A Comédia da Vida Privada) e de personagens emblemáticos (a Velhinha de Taubaté, que criticava a ditadura, o detetive Ed Mort, as Cobras), o filho do escritor Erico Verissimo só começou a escrever aos 30 anos (nasceu em 1936), depois de ter passado por várias escolas de arte e desenho, inacabadas; de ter tentado o comércio “só para reforçar o mau jeito da família”; e de ter passado por uma rápida carreira jornalística, de revisor e colunista de jazz a cronista principal do jornal gaúcho Zero Hora.
Os primeiros livros de Luis Fernando Verissimo
Em 1973, lançou, pela Editora José Olympio, seu primeiro livro, O Popular, com o subtítulo “crônicas, ou coisa parecida”, coletânea de textos editados na imprensa, formato que marcaria boa parte de suas futuras publicações. O primeiro grande sucesso, no entanto, aconteceu com o lançamento de seu quinto livro de crônicas, Ed Mort e Outras Histórias, o primeiro pela Editora L&PM, com a qual trabalharia durante 20 anos. Sátira aos romances policiais, o detetive Ed Mort inspiraria ainda um tira de quadrinhos desenhados por Miguel Paiva e um filme com Paulo Betti no papel título.
O Analista de Bagé
Capa do livro ‘O Analista de Bagé’ em sua versão de quadrinhos Foto: L&PM
Verissimo se tornaria fenômeno de vendas com O Analista de Bagé, lançado em 1981, quando a primeira edição se esgotou em apenas dois dias. O personagem foi originalmente criado para um programa de humor na TV, capitaneado por Jô Soares. Com o projeto engavetado, Verissimo levou-o ao livro, tornando-se uma figura peculiar: psicanalista de formação freudiana ortodoxa, o analista não esconde, porém, seu sotaque e a predileção por costumes típicos da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina. A graça surgia justamente na contradição entre a sofisticação da psicanálise e a “grossura” caricatural do gaúcho da fronteira. O personagem inspirou dois livros de contos, um de quadrinhos (com desenhos de Edgar Vasques) e uma antologia.
A Velhinha de Taubaté
A ‘Velhinha de Taubaté’, personagem clássica de Luis Fernando Verissmo Foto: Estadão
A Velhinha de Taubaté, “a única pessoa que ainda acredita no governo”, surgiu dois anos depois, como crítica ao governo militar em seus anos derradeiros. Em pouco tempo, Verissimo cruzou fronteiras, tornou-se colaborador de programas humorísticos de televisão, vistos e ouvidos em todo o Brasil – é o caso das histórias da Comédia da Vida Privada, série de 21 programas (1995-1997), com roteiros de Jorge Furtado e direção de Guel Arraes.
‘Há diferença entre ser humorista e fazer humor’
Sua timidez tornou-se outra característica sempre lembrada, reforçando o valor de seu texto: sim, Verissimo sempre buscou ser engraçado na escrita e não na fala. Na verdade, nunca se julgou um humorista. “Acho que há uma diferença entre ser humorista e fazer humor”, disse, certa vez. “O humorista é o cara que tem uma visão humorística das coisas. O humor é sua maneira de ver e de ser.”
Uma filosofia que se revelou útil durante a dura fase de exceção. Veríssimo conta que, durante a ditadura, ele enviava uma crônica para o jornal deixando sempre uma na gaveta, de reserva. “E não foram poucas as vezes em que saiu a reserva”, comentou, em outra entrevista. “Os censores pareciam achar o cartum algo infantil; então, era mais fácil fazer passar um cartum político que um texto político.”
Luis Fernando Verissimo no Salão de Humor de Piracicaba em foto tirada em 26 de agosto de 2001. Foto: Samir Baptista/Estadão
Autodeclarado um gaúcho desnaturado, por não andar a cavalo, não tomar chimarrão e ter nascido e se criado na cidade, Verissimo sentiu o gosto da felicidade plena no dia 4 de abril de 2008, quando sua filha Fernanda lhe deu a primeira neta, Lucinda, nascida em uma data especial: dia do aniversário do Sport Club Internacional.
O cronista mais popular do Brasil
Em 2020, Elias Thomé Saliba, professor da USP especializado em humor e autor de Raízes do Riso, descreveu o escritor como o cronista mais popular do Brasil, aquele que “diz o que o leitor quer falar, mas não consegue”. “Verissimo ultrapassa o transitório não apenas porque suas crônicas se transformam em livros, mas porque estabeleceu desde o início um pacto humorístico com o leitor.”
“Mais do que qualquer outro, o público que se torna parte do pacto humorístico é aquele que percorre o noticiário sério do jornal ou da revista e torna-se capaz de entender as alusões, ironias e paródias de Verissimo e de seu humor fortemente conectado com os eventos noticiados e, por isso, compreensível apenas naquelas situações”, defendia.
A comunidade do povoado Luziana comemorou a reinauguração da UEF Raimundo Nonato de Sousa, escola que atende mais de 400 alunos de seis povoados da região nos três turnos e que esteve em reforma por mais de dois anos.
A moradora do povoado, Deusanira Félix falou sobre a importância da conquista. “Foi muita luta esses dois anos esperando a escola ficar pronta. Mas graças a Deus, a gente tem um prefeito que é maravilhoso. Eu mesmo não tinha conhecido um prefeito assim”, declarou a aposentada.
Kaio Henrique, aluno da escola, também ficou feliz com a nova estrutura entregue e não escondeu sua empolgação: “Gostei da escola. Gostei mais ainda do ar-condicionado. A gente sofria com muito calor. Muito obrigado, prefeito Roberto Costa.”
A unidade escolar conta com seis salas de aula, secretaria, sala dos professores, diretoria e sala de robótica. Além disso, a escola ganhou uma área externa murada, climatização em todas as salas e mobília nova, proporcionando um ambiente mais adequado para o ensino e aprendizagem. O gestor da escola, Elivandro Conceição, ficou satisfeito com a obra. “Eu estou feliz. A nossa comunidade está recebendo uma escola nova, com mobília nova, climatizada, e não só o povoado Luziana, mas os povoados da região que atendemos estão em festa por esse presente que o prefeito Roberto Costa está entregando.”
O prefeito Roberto Costa lembrou da situação em que recebeu a escola e de como a comunidade cobrou por melhorias na reforma. “Quando assumimos, houve uma discussão com relação à reforma que se tinha. Os pais diziam que o telhado não estava em condições de segurança e, depois, foi comprovado realmente que não. Eu mandei refazer toda a reforma, refazer o telhado, mandei climatizar todas as salas de aula, porque é inadmissível reformar e não climatizar a sala que tem o ser mais importante da educação, que é o aluno”, afirmou.
O gestor também comentou sobre o simbolismo da inauguração e a satisfação da comunidade. “Essa inauguração, para mim, é muito simbólica, pois foi a luta da comunidade que fez com que pudéssemos chegar neste momento. Eu fico muito feliz em ver a alegria dos pais, dos alunos, dos servidores que trabalham com a gente e da comunidade como um todo, que hoje ganha uma estrutura que vai garantir dias melhores para o futuro dessas crianças”, concluiu.Fotos(s):
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, em entrevista ao GLOBO Júlia Aguiar/O Globo
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, decidiu revogar todas as requisições e cessões de servidores púbicos do estado para outros órgãos, determinando que eles voltem a atuar nas suas funções de origem.
O decreto foi publicado no Diário Oficial de sexta-feira (15), o mesmo em que Brandão determinou a exoneração do procurador-geral do Maranhão, Valdeno Caminha. O afastamento de Caminha do posto atendeu à uma ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O cancelamento da cessão de todos os servidores do estado foi visto por integrantes do Judiciário como um meio de tentar retaliar o ministro do STF Flávio Dino. Com a medida, o governador faz com que dois servidores maranhenses que hoje são assessores do magistrado no STF tenham que deixar suas funções e retornar ao estado até 30 de setembro.
O procuradores estaduais Túlio Simões Feitosa e Lucas Souza Pereira foram cedidos pelo governador no início de 2024 e, desde então, trabalham como assistentes de Flávio Dino em seu gabinete no STF. Feitosa e Pereira têm um histórico de conflitos com o agora ex-procurador-geral do Maranhão Valdeno Caminha. Ambos foram alvos de pedidos de investigação. Eles também interpelaram Caminha judicialmente.
A decisão de Carlos Brandão de cancelar todas as cessões de servidores atingem não só os auxiliares do ministro, mas dezenas de servidores maranhenses que hoje estão cedidos a outros órgãos. Por isso, a decisão é apontada por juristas como um possível desvio de finalidade.
Nesta sexta-feira (15), Alexandre de Moraes atendeu a um pedido do Solidariedade ao determinar o afastamento de Caminha. A legenda apontou situações que “revelam possível troca de favores entre agentes públicos” envolvendo o procurador. Membros do governo do Maranhão culpam Dino pela decisão do colega.
Carlos Brandão foi eleito governador do Maranhão em 2022 com apoio do Dino, que o antecedeu. Hoje, ambos são hoje desafetos declarados.
Em Paço do Lumiar, as praças vão ganhar novas cores, sons e sabores. A partir desta semana, o Projeto Arte na Praça transforma espaços públicos em grandes palcos a céu aberto, reunindo música, dança, gastronomia, artesanato e manifestações culturais para toda a comunidade, tudo com entrada gratuita.
“O Arte na Praça aproxima o artista da comunidade, fortalece nossa identidade e mostrar que Paço do Lumiar é um berço de talentos. Queremos que a população se reconheça e se orgulhe da sua própria arte”, afirmou o secretário de Cultura, Esporte e Juventude, Zico.
A iniciativa é realizada pela Prefeitura de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude, com recursos do primeiro ciclo da Política Nacional Aldir Blanc, e executada em parceria com o Grupo Passo Livre.
“O projeto Arte na Praça tem um impacto gigantesco quando é feito por uma ONG LGBT. Garantir que manifestações artísticas de Paço do Lumiar sejam contempladas, nesse projeto que começa agora em agosto e vai até setembro, é valorizar a nossa cultura e o potencial que o município tem”, destaca Herbert Sousa, coordenador do Grupo Passo Livre.
A programação começou no dia 09 de agosto, no Festival do Sarnambi, no Timbuba, mas a programação continua. No dia 15 de agosto, na Praça do Paranã, com a energia da Capoeira Curumim Ligeiro às 17h, seguida de Carlão e Jamerson às 18h, e encerrando a noite com a musicalidade de Rose Ribeiro e Cia às 19h. No dia 16, a festa segue para a Praça da Vila Epitácio Cafeteria, com Capoeira Curumim Ligeiro às 18h, o grupo de dança Dansec às 19h, o Cacuriá do Lulu às 20h, o tradicional Boi Brilho do São Francisco às 21h e encerrando em ritmo animado com Príncipe da Farra às 22h. Já no dia 17 de agosto, a Praça Renê Duarte recebe Gabriel Moraes e Banda às 17h e, às 19h, a dupla A Bruta e Marcos Potiguar encerra o evento.
Mais do que apresentações, o Arte na Praça cria um ambiente de convivência, lazer e fortalecimento da identidade luminense, incentivando a economia criativa e promovendo a inclusão social. É cultura, diversidade e alegria reunidas no coração da cidade.
Presidente da Câmara retomou a mesa do plenário após protestos da oposição
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, nesta quarta-feira (6), que sua gestão não será omissa para decidir qualquer tema.
A declaração ocorreu após horas de negociação com lideranças da oposição para que os deputados desocupassem a Mesa Diretora da Câmara. Houve dificuldade, inclusive, para que Hugo se sentasse à mesa, assumindo a presidência da sessão.
“Quero começar dizendo que a nossa presença nessa noite de hoje é para garantir duas coisas: primeiro, respeito a essa mesa, que é inegociável. Segundo para que essa Casa possa se fortalecer”, disse logo no início da fala.
“Nem me distanciarei da firmeza necessária para presidir essa Casa em tempos tão desafiadores. Senhores e senhoras, não esperem nunca omissão para decidir sobre qualquer tema”, prosseguiu.
Hugo ainda destacou que houve um somatório de acontecimentos recentes que levaram a essa situação dentro da Casa. “É comum? Não. Estamos vivendo tempos normais? Também não. Mas é justamente nessa hora que não podemos negociar nossa democracia”, completou.
O começo da sessão aberta por Hugo foi tumultuado e, por vários minutos, teve a fala interrompida pela confusão entre os deputados O presidente da Câmara chegou a acionar a Polícia Legislativa para resolver o conflito.
Na terça-feira (5), deputados e senadores de oposição ocuparam a mesa do plenário em protesto contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). O protesto também ocorreu no Senado.
A medida faz parte da estratégia anunciada pela oposição para pressionar os presidentes das duas Casas para pautarem a anistia aos condenados do 8 de janeiro e o processo de impeachment contra Moraes.
Após tentativas frustradas de demover a oposição e a maioria dos líderes concordar, a Presidência da Câmara editou ato em que determinou que a sessão deliberativa do plenário ocorreria às 20h30 desta quarta, apesar do protesto dos deputados.
O ato ainda estabeleceu que quaisquer condutas que “tenham por finalidade impedir ou obstaculizar as atividades legislativas” sujeitarão os parlamentares à suspensão cautelar do mandato por até seis meses, como prevê o regimento da Casa.
Seleção presencial será nesta sexra-feira (08/08) na Potiguar Cohafuma
Com o compromisso de promover a inclusão e valorizar a diversidade no ambiente de trabalho, o Grupo Potiguar anuncia processo seletivo exclusivo para Pessoas com Deficiência (PCD), com vagas para os cargos de Conferente e Auxiliar de Depósito. A seleção acontece nesta sexta-feira, 8 de agosto, às 8h30, na unidade Potiguar localizada na Alameda A, nº 22 – Cohafuma, São Luís (MA).
Inclusão como estratégia de crescimento
Reconhecida por sua atuação responsável e cidadã, a Potiguar reforça mais uma vez sua aposta em um ambiente corporativo inclusivo. “Acreditamos que valorizar as pessoas, respeitar suas diferenças e investir em desenvolvimento profissional transforma vidas e constrói um futuro melhor para todos”, destaca a empresa em comunicado.
Os interessados devem atender aos seguintes critérios: Ensino fundamental completo; Experiência prévia na área e Disponibilidade para carga horária de 44h semanais (incluindo finais de semana).
O processo seletivo é simples e totalmente presencial. Basta comparecer à loja da Potiguar no Cohafuma às 08h30 nessa sexta – feira com os seguintes documentos:Currículo atualizado; Laudo médico comprovando a deficiência; Carteira de trabalho (física ou digital); RG e CPF e Comprovante de residência.
A iniciativa integra a política de responsabilidade social da Potiguar, que tem apostado fortemente na valorização de talentos diversos. O ambiente de trabalho é descrito como “humano, acolhedor e voltado para o crescimento de todos”.
A seleção desta sexta-feira representa uma oportunidade concreta de inclusão produtiva para pessoas com deficiência que buscam reinserção no mercado de trabalho formal.
Serviço: Oportunidade de Emprego para PCDs na Potiguar
MO Que: Vaga para Conferente e Auxiliar de Depósito Data: 08 de agosto (sexta-feira) Horário: 08h30 Local: Potiguar Cohafuma – Alameda A, 22 – São Luís (MA), CEP 65070-750
A direção estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB) passou por uma mudança significativa nesta semana. A senadora Ana Paula Lobato assumiu oficialmente a presidência do partido no Maranhão, em cerimônia realizada em Brasília, com a presença do presidente nacional da legenda, João Campos, e do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.
Com a nova composição, chega ao fim o ciclo de liderança do governador Carlos Brandão à frente do diretório estadual. A alteração marca não apenas uma mudança administrativa, mas também abre uma nova etapa de articulações e reconfigurações dentro da sigla, que atualmente detém a maior bancada da Assembleia Legislativa do Maranhão.
Entre os parlamentares que compõem essa base está a própria presidente da Alema, deputada Iracema Vale (PSB), que comentou publicamente a mudança nesta quarta-feira (06), classificando como “lamentável” a condução do processo. A deputada também expressou preocupação com os rumos da legenda e o tratamento dado aos deputados estaduais da sigla.
Embora o novo comando tenha sido recebido com respaldo da executiva nacional, o movimento provocou reações nos bastidores, e há expectativa sobre possíveis saídas de lideranças políticas da legenda, incluindo o próprio governador Carlos Brandão. O PSB maranhense entra, assim, em uma fase de indefinição, com reflexos possíveis na montagem de alianças e projetos para 2026.
Se, por um lado, a mudança representa uma tentativa de nacionalizar o controle da sigla, por outro, lança dúvidas sobre o diálogo interno e a manutenção da coesão política local, especialmente num momento em que o Maranhão vive disputas silenciosas em torno de protagonismos regionais.
O impacto prático dessa mudança deve ser sentido nos próximos meses, à medida que o novo comando começar a atuar de forma efetiva no território maranhense.