Transição na Sedel

MarcioJardimeJoaquimHaickel

O secretário de Estado de Esporte e Lazer, Joaquim Haickel, recebeu na tarde dessa terça-feira (25), a visita do futuro titular da pasta, professor Márcio Jardim. O encontro, realizado na sede da secretaria, faz parte do processo de transição e serviu para que Haickel pudesse apresentar as atividades desenvolvidas pela Sedel durante sua gestão, o andamento de obras e projetos, assim como explicar o funcionamento da Lei de Incentivo ao Esporte, mecanismo que vem auxiliando o crescimento do esporte no Maranhão nos últimos anos.

Haickel juntamente com seus colaboradores responderam aos questionamentos levantados pelo futuro secretário da pasta e por sua equipe de trabalho. Além disso, o atual titular entregou relatórios sobre atividades da secretaria, referentes ao orçamento da pasta e o saldo na conta do fundo estadual de esporte.

“Este é o primeiro passo em direção à transição de governo na Secretaria de Esporte e Lazer. Vamos prestar todas as informações e dar todas as explicações que a equipe de trabalho do futuro secretário precisar. Estamos à disposição para ajudar no que for possível”, declarou Joaquim Haickel.

Dentre as informações repassadas ao futuro secretário de Esporte e Lazer e a sua equipe, Haickelfez questão de apresentar o projeto de reconstrução do Ginásio Costa Rodrigues que, em breve voltará a ser usado pelos desportistas maranhenses. Além disso, apresentou as obras que estão sendo realizadas pela Sinfra no Complexo Esportivo do Outeiro da Cruz e algumas outras que devem ser realizadas pela própria Sedel a partir do ano que vem e que já contam com recursos financeiros garantidos na casa de 9 milhões de reais.

“Gostaria de agradecer ao Joaquim que desde o primeiro instante colocou a nossa disposição todos os dados que precisamos para que possamos conhecer os desafios que nos esperam frente à gestão do esporte e do lazer de nosso estado”, comentou Márcio Jardim.

Na quarta-feira (26), o atual e o futuro secretários de esporte irão visitar o Castelão e o Costa Rodrigues. “Nos próximos dias outras reuniões irão acontecer para que a transição se complete de forma totalmente satisfatória”, disse Haickel.

Foto: Biaman Prado

( informações: Blog do  Zeca Soares)

Marcio Jardim quer politica de aliança para 2014 seja definida em plebiscito

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Integrante dos diretórios nacional e estadual do Partido dos Trabalhadores e um dos maiores adversários da participação do PT na administração Roseana Sarney, o professor Márcio Jardim anunciou que vai propor à direção nacional, na próxima segunda-feira, que a decisão sobre política de aliança no Maranhão seja decidida em plebiscito entre os militantes, a ser realizado paralelamente ao PED (Processo de Eleição Direta) marcado para o dia 10 de novembro.
 
Segundo Jardim, independente de quem seja o candidato eleito, o militante, através do plebiscito, votará em uma das três teses que estão sendo apresentadas para 2014: candidatura própria, manutenção da aliança com o PMDB ou coligação com Flávio Dino.
 
“Resolvi consultar a direção nacional sobre a possibilidade do Maranhão decidir em plebiscito a questão, porque é a forma mais democrática e dá à direção nacional a segurança para tomada de uma posição sem vulnerabilidade de pressões de direções nacionais de partidos com interesse no Maranhão, no caso o PMDB”, justificou Jardim.
 
O dirigente petista explicou que se a maioria da militância decidir pelo apoio ao presidente da Embratur, Flávio Dino, a direção nacional do PT teria muito mais dificuldade de fazer uma intervenção, a exemplo do que ocorreu em 2010, quando o encontro do partido optou pela coligação com o então deputado federal do PCdoB e a executiva nacional interveio e colocou o partido na aliança com o PMDB.
 
“Não podemos continuar com uma situação esdrúxula onde a burocracia do partido está com o cartório montado no Palácio dos Leões e a militância nas ruas gritando o nome de Flávio Dino. O partido sofreu uma fratura exposta em 2010 e a melhor maneira de sarar a ferida é com democracia, pactuando o partido com base em critérios democráticos, que no caso seria o plebiscito”, defendeu Márcio.
 
Márcio Jardim disse ainda que a melhor forma de realizar o plebiscito é aproveitando a estrutura do PED. Segundo o dirigente do PT, o militante habilitado no processo votaria na chapa que disputa o comando do partido e, em seguida, votaria em uma das teses apresentadas pelos candidatos Raimundo Monteiro (aliança com o PMDB), Augusto Lobato e Eri Castro (coligação com Flávio Dino), Henrique Sousa e Mundico (candidatura própria).
 
Pelo processo atual, a chapa que sair vencedora do PED petista tem o direito de levar o partido para a coligação que bem entender, mas sempre corre o risco da aliança contrariar interesses da direção nacional, a exemplo de 2010, e a consequente intervenção.
 
“Se nós conseguirmos emplacar nossa tese na direção nacional, com certeza, o processo será muito mais democrático, pois caberá ao militante decidir com quem o PT vai em 2014, o que tornaria muito mais complicado qualquer medida intervencionista”, concluiu Jardim.
 
(Com informações do Blog do Jorge Vieira)