Paulo Victor anuncia próximas pautas da Câmara

Paulo Victor anunciou que nesta terça-feira será iniciada a apreciação da LOA 2024 / Fabrício Cunha

Ao encerrar a sessão ordinária da Câmara, na manhã desta segunda-feira (27), o presidente da Casa, vereador Paulo Victor (PSDB), anunciou as pautas dos próximos dias.

“Amanhã, dia 28, pautaremos o orçamento da cidade, a Lei Orçamentária Anual (LOA). No dia 29, às 9h30, será realizada audiência para prestação de contas da Secretaria Municipal da Fazenda (SEMFAZ)”, disse.

Paulo Victor divulgou também duas programações já definidas para o mês de dezembro: “A audiência da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS) para prestação de contas acontecerá no dia 05 de dezembro, às 9h30, e a cerimônia de entrega da Medalha Simão Estácio da Silveira, promovida pela Câmara, será realizada no dia 20 de dezembro”, informou o presidente.

Alckmin se torna réu na Justiça Eleitoral de SP

SÃO PAULO – A Justiça Eleitoral de São Paulo tornou réu nesta quinta-feira (30) o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) sob a acusação de corrupção e lavagem de dinheiro, além de receber caixa dois da Odebrecht. Segundo despacho do juiz Marco Antônio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, há indícios suficientes na acusação do Ministério Público Eleitoral para a abertura da ação. A denúncia tinha sido oferecida no último dia 23.

A acusação se refere a pagamentos para as campanhas eleitorais de 2010 e 2014, quando ele disputou o governo do estado. Segundo a Promotoria, o ex-governador recebeu R$ 2 milhões em espécie da Odebrecht na campanha de dez anos atrás e R$ 9,3 milhões quando disputou a reeleição. Ele foi eleito nas duas ocasiões.

Além de Alckmin, mais nove acusados se tornaram réus, incluindo quatro delatores da Odebrecht. A lista também inclui Marcos Monteiro, ex-tesoureiro do PSDB, e Sebastião Eduardo Alves de Castro, ex-assessor do ex-governador. Adhemar Cesar Ribeiro, cunhado de Alckmin, é apontado como intermediário dos pagamentos, mas as acusações foram consideradas prescritas e ele não foi incluído na ação.

A Justiça Eleitoral de São Paulo tornou réu nesta quinta-feira (30) o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) sob a acusação de corrupção e lavagem de dinheiro, além de receber caixa dois da Odebrecht. Segundo despacho do juiz Marco Antônio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, há indícios suficientes na acusação do Ministério Público Eleitoral para a abertura da ação. A denúncia tinha sido oferecida no último dia 23.

A acusação se refere a pagamentos para as campanhas eleitorais de 2010 e 2014, quando ele disputou o governo do estado. Segundo a Promotoria, o ex-governador recebeu R$ 2 milhões em espécie da Odebrecht na campanha de dez anos atrás e R$ 9,3 milhões quando disputou a reeleição. Ele foi eleito nas duas ocasiões.

Além de Alckmin, mais nove acusados se tornaram réus, incluindo quatro delatores da Odebrecht. A lista também inclui Marcos Monteiro, ex-tesoureiro do PSDB, e Sebastião Eduardo Alves de Castro, ex-assessor do ex-governador. Adhemar Cesar Ribeiro, cunhado de Alckmin, é apontado como intermediário dos pagamentos, mas as acusações foram consideradas prescritas e ele não foi incluído na ação.

Fonte: Folha de São Paulo

FHC defende acordo de Aécio Neves com Eduardo Campos

13243237

Palestra de Fernando Henrique Cardoso para a militância negra do PSDB, a “Tucanafro”

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ser favorável à formação de palanques duplos entre o PSDB e o PSB nas próximas eleições. A declaração foi feita em evento da militância negra do PSDB na manhã deste sábado (31).

Indagado sobre o acordo pré-eleitoral firmado entre o presidente do PSDB, Aécio Neves, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), o ex-presidente disse: “Se for feito um acordo nesse sentido, sou favorável”.

FHC disse ainda não estar informado sobre pacto e afirmou que a candidatura de Campos seria positiva para o país.

“Não sei se o Eduardo Campos será candidato, ele ainda não confirmou. Eu gostaria que ele fosse. Gostaria porque precisamos ter vários pontos de vista no Brasil. Ele foi um bom governador e gosto dele. Mas não posso deduzir daí que eles [Aécio e Campos] fizeram um pacto”, disse FHC

PRÉVIAS

O ex-presidente também falou sobre a possibilidade de realização de prévias com a participação de José Serra.

“Serra está buscando espaço para ele e a gente tem que entender isso. Vamos ver quem tem maioria. Se for o caso, faz-se uma prévia. Mas o Serra ainda não disse que é candidato”, afirmou.

FHC disse que a maioria do partido tem se manifestado a favor de Aécio. “Nesse momento a maioria do partido se inclina pelo Aécio Neves”, disse.

Questionado se a busca de Serra por uma candidatura racharia o PSDB, o ex-presidente disse que “um partido maduro não racha assim, porque alguém tem uma aspiração e o outro também tem. Há mecanismos democráticos de solução, não tem que rachar nada”.

PT

O ex-presidente defendeu conversas inclusive com Marina Silva, da Rede, e criticou o PT. “Acho lamentável que o Brasil tenha ficado, por força do petismo, nessa posição de não conversar com o outro, como se o outro fosse inimigo. Isso é muito antidemocrático”.

Sobre o fato de o governo estar comemorando o resultado do PIB divulgado na sexta-feira, FHC afirmou: “Eu também comemoro. Qual é o brasileiro que não fica feliz quando melhora?. Está tão ruim, tem que melhorar um pouco”.