Prefeitura de São Luís abre Consulta Pública para Deslocamento Econômico do Mercado Central

A Prefeitura de São Luís, por meio das secretarias municipais de Inovação, Sustentabilidade e Projetos Especiais (Semispe) e Agricultura Pesca e Abastecimento (Semapa), realiza, de 27 de novembro a 1º de dezembro, na Fábrica Santa Amélia, das 16h às 18h, Consulta Pública destinada aos feirantes do Mercado Central. A Iniciativa faz parte do Plano de Deslocamento Econômico do Mercado Central.

A gestão municipal ressalta que no dia 27 de novembro a consulta pública é voltada para os comerciantes do entorno ao Mercado. De 28 de novembro ao dia 1° de dezembro, as consultas serão para os feirantes que atuam dentro do Mercado Central.

A execução do Deslocamento Econômico do Mercado Central tem o objetivo de garantir a manutenção das atividades econômicas da área com o mínimo de impacto possível ao longo da futura obra de requalificação do mercado, com medidas de prevenção, mitigação e/ou compensação adequadas, sempre que necessário.

A consulta pública tem como objetivo ouvir os 346 feirantes que atuam no Mercado Central, nos setores de artesanato; peixe e marisco; mercearia; açougues, frios e laticínios; frutas hortaliças, ervas, temperos, produtos regionais e naturais; salão de beleza e barbearia; restaurante e lanchonete e bancas móveis.

Estão previstas dentro das ações do Plano de Deslocamento Econômico: estabelecer condições prévias para o deslocamento temporário; estabelecer mecanismos de queixas e reclamações; realização de capacitação e formalização durante todo o período das obras; entrega de compensações; implantação de escritório social no espaço provisório e monitoramento.

Serviço

O quê: Prefeitura de São Luís abre Consulta Pública para Deslocamento Econômico do Mercado Central

Quando: De 27 de novembro a 1° de dezembro de 2023

Horário: Das 16h às 18h

Onde: Antiga Fábrica Santa Amélia (prédio dos cursos de Turismo e Hotelaria da UFMA), Rua das Crioulas, n° 154, Centro.

Casarões históricos reformados são entregues e já podem ser visitados em São Luís

Três casarões datados do século XVIII e meados do século XIX, foram totalmente reformados e entregue a população ludovicense. Até abril mais um casarão será entregue pelo projeto Nosso Centro.

Casarão reformado na Rua do Giz – Centro Histórico de São Luís. (Foto: Divulgação)

São Luís – Três casarões localizados no Centro Histórico de São Luís foram entregues à população maranhense nesta semana, depois de passarem por um processo de reforma e restauro. Um quarto imóvel está sendo totalmente reformado e terá a obra concluída em abril.

As obras acontecem no âmbito do Programa Nosso Centro, do Governo do Estado do Maranhão, que tem por objetivo tornar o Centro Histórico de São Luís uma referência em renovação e desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo em que preservar a historicidade e cultura da região. São Luís é reconhecida desde 1997 como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco e conta com cerca de quatro mil imóveis do período colonial e imperial.

Casarão estava muito deteriorado antes de passar por reforma. (Foto: Divulgação)

História e funcionalidade

O primeiro prédio entregue está localizado no início da rua Rio Branco, próximo à praça Deodoro; o segundo, na rua da Palma e o terceiro, na rua do Giz, próximos ao Convento das Mercês. O quarto casarão, que deve ser entregue até o fim de abril, também fica localizado na rua da Palma, no Centro. A maioria das construções datam do fim do século XVIII e meados do século XIX. As obras de reforma e restauro foram realizadas por construtoras maranhenses com investimento de R$ 15 milhões da Vale.

Os casarões agora servirão de sede para instituições ligadas à sociedade civil, movimentos sociais e educação, a exemplo do casarão 404 da rua Rio Branco, que agora é sede da primeira creche de tempo integral daquela região. O casarão da rua do Giz, abrigará a nova sede da Secretaria de Estado de Igualdade Racial (Seir). Já na rua da Palma, o prédio entregue será a nova sede do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB). A destinação do uso dos prédios foi feita pelo Governo do Estado do Maranhão.

Com informações do http://www.imirante.com