Exposição “Memória e Patrimônio Negro do Maranhão” marca as comemorações no mês do Patrimônio Cultural 

 A mostra é uma homenagem simbólica a personalidades negras do estado em diálogo direto com o Monumento à Diáspora Africana no Maranhão

Card de divulgação

​A exposição “Memória e patrimônio negro do Maranhão”, será aberta oficialmente dia 13 de agosto de 2025, às 16h30 na Praça das Mercês, centro histórico da cidade. A mostra, que tem entrada gratuita, estará localizada em frente ao Monumento à Diáspora e busca destacar por meio de fotografias a trajetória de figuras históricas e contemporâneas de grande representatividade que são verdadeiros patrimônios do Maranhão como artistas mestres da cultura, líderes comunitários, educadores, religiosos e intelectuais. 

​A exposição é um gesto de reconhecimento e celebração da herança afrodescendente, ressaltando a força da ancestralidade e das práticas culturais que atravessam o tempo. A curadoria se estrutura a partir dos oito painéis temáticos do Monumento à Diáspora Africana — Baobá – Origens; Matrizes Africanas – Religiosidades; Territorialidade – Pertencimento ao Lugar; Culinária – Afeto e Empoderamento; Tecnologias Africanas – Base e Inspiração; Arte e Cultura – Expressões, Memórias e Heranças;Intelectualidades Negras e (Re)Existências – Historicidade e Militância — oferecendo um percurso poético que convida à escuta, ao olhar e à valorização da memória negra maranhense.

​A iniciativa é promovida pela Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Patrimônio Histórico (FUMPH), Vice Prefeitura de São Luís por intermédio da Coordenadoria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR), além da produtora LP Arte Soluções Culturais, com patrocínio da Vale, via lei Rouanet. 

​A exposição oferece visitas guiadas com estudantes devidamente capacitados do curso de Guia de Turismo do Instituto Federal do Maranhão – IFMA. A parceria com o Instituto foi realizada anteriormente no período da inauguração do Monumento à Diáspora. Os estudantes selecionados receberam uma bolsa remunerada e foram capacitados sobre a temática negra. Devido ao sucesso desta iniciativa o projeto irá repetir a mesma dinâmica oferecendo uma bolsa para novos estudantes do curso e novacapacitação. 

A mostra é gratuita e aberta ao público de 13 a 30 de agosto, de segunda a sexta em dois turnos (das 7h30h às 11h/ e das 14h às 17h30) e no sábado (das 15h às 19h). Para participar das visitas guiadas que iniciam dia 14 de agosto e se estende até 30 do mês vigente, as escolas precisam se inscrever pelo e-mail projetos.lparte@gmail.com ou no Whatsapp: 98 98628-9501

Sobre o Monumento à Diáspora Africana

​A criação do monumento surgiu do desejo de fazer da praça, antigo por de desembarque, um lugar de memória e celebração da cultura negra para a formação da identidade do povo Maranhense. Para a concepção do Monumento foi organizada uma comissão liderada pela Fumphcomposta de pesquisadores negros das áreas da antropologia e historia, bem como ativistas dos movimentos sociais negro, membros da sociedade civil e artistas para discutir o tema da diáspora dos povos africanos no Maranhão visando aelaboração do monumento. 

A pesquisa realizada pela Fumph e chancelada pela comissão forneceu os elementos para compor a base do monumento, um painel informativo em granito negro com 45 metros de comprimento, no qual consta as informações sobre as datas, os nomes dos portos de embarque, os nomes dos navios e a quantidade de africanos de diversas nações desembarcados no Maranhão entre os anos de 1693 a 1841 trazidos por meio do tráfico negreiro.

Além do painel informativo, o monumento possui oito painéis artísticos nas dimensões de 6m x 4,80m cada, produzidos por artistas maranhenses negros, que tem se destacado nacionalmente e internacionalmente no campo das artes visuais: São eles: Gê Viana, Tassila Custodes- conhecida como Emi Ajé Dudu, Eduardo Inke, Dinho Araújo, Telma Lopes, Origes, Marcos Ferreira e Jesus Santos.

​Cada artista trabalhou a partir de um tema, tendo como diretriz a dinâmica do trabalho da comissão e os trabalhos se relacionam diretamente com o protagonismo do povo negro, suas contribuições formadas a partir do seu processo de (re) adaptação nos territórios onde vivem e/ou atuam. A diversidade de técnicas utilizadas e o potencial de comunicabilidade da arte produzida são marcas do espaço que foi  entregue à população ludovicense.

Os temas abordados nos painéis, trabalhados pela equipe da Fumph e comissão, são: Baobá: origens diaspóricas; Matrizes africanas: religiosidades; Territorialidade: pertencimento ao lugar; Culinária: afeto e empoderamento; Tecnologias africanas: base e inspiração; Arte e cultura: expressões, memórias e heranças; Intelectualidades Negras e (Re)Existências: historicidade e militância.

“Memória e patrimônio negro do Maranhão”

Serviço:

Data: 13 a 30 de agosto de 2025 

De Segunda a sexta-feira: Manhã 7h30h às 11h e tarde 14h às 17h30

Sábado: 15h às 19h 

Local: Praça das Mercês

Entrada gratuita

Contato para agendamento: projetos.lparte@gmail.com

Whatsapp: (98) 98628-9501

Cinzas de Preta Gil serão espalhadas em lugares cheios de afeto; outra parte será transformada em diamante e entregue a quem ela amava 💎🕊️

Cinzas da cantora serão divididas entre familiares e amigos, espalhadas em locais afetivos e parte será transformada em diamante.

Cantora Preta Gil — Foto: Ana Branco

A despedida de Preta Gil, aos 50 anos, emocionou o Brasil. Mas, em um gesto carregado de afeto e simbolismo, a cantora transformou seu adeus em um legado inesquecível — com parte de suas cinzas distribuídas entre amigos e familiares, espalhadas em locais afetivos e até transformadas em diamante. Uma homenagem que reflete sua essência: amorosa, criativa e eternamente viva.

Uma despedida sensível e simbólica

Segundo reportagens dos jornais O Globo e Correio Braziliense, Preta Gil deixou registrado o desejo de que suas cinzas fossem compartilhadas entre pessoas queridas. Parte delas foi colocada em pequenos recipientes e entregue a familiares e amigos íntimos — como forma de manter sua presença viva entre aqueles que ela amava.

Locais cheios de afeto

Além disso, uma porção das cinzas foi destinada ao Columbário do Crematório e Cemitério da Penitência, no Rio de Janeiro, repousando sob um busto realista da cantora — um tributo físico à sua memória.

Outros fragmentos foram espalhados em locais marcantes, como sua própria casa e o cais que ela costumava frequentar na Bahia, onde se sentia em paz.

Diamante: símbolo de eternidade

Uma parte da homenagem vai além: as cinzas de Preta Gil serão transformadas em um diamante. A técnica, usada em casos especiais, simboliza durabilidade, brilho e valor eterno — assim como sua presença na música e na vida de tantos fãs e amigos.

Mais que artista, um legado afetivo

Preta Gil faleceu no dia 20 de julho, após enfrentar um câncer colorretal. O velório, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, reuniu admiradores, colegas de profissão e familiares. Nas redes sociais, seu filho, Francisco Gil, resumiu bem sua trajetória:

“Você foi implacável amando.”

Um gesto que ecoa

A forma como Preta Gil escolheu ser lembrada é, por si só, uma última mensagem ao mundo: o amor permanece.

E você, o que achou dessa forma poética de homenagem?

Qual lugar você escolheria para eternizar alguém que ama?

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Werlleson Martins, do bairro Maracanã, vence etapa regional do Desafio Mundial dos Operadores em São Luís

Werlleson Martins, do bairro Maracanã, vence etapa regional do Desafio Mundial dos Operadores em São Luís

O maranhense Werlleson Martins, de 29 anos, morador do bairro Maracanã, venceu a etapa maranhense do Desafio Mundial dos Operadores Caterpillar. (Foto: Divulgação/Sotreq)

O operador Werlleson Martins, de 29 anos, morador do bairro Maracanã, venceu a etapa maranhense do Desafio Mundial dos Operadores Caterpillar (Global Operator Challenge 2025–2026). Com oito anos de experiência na operação de máquinas pesadas no segmento da construção e infraestrutura, demonstrou habilidade e precisão nas provas práticas com escavadeira, retroescavadeira e carregadeira.

“Foi muito legal, uma experiência maravilhosa. Estou muito feliz com o resultado, mas já ansioso para a prova nacional. Agora é seguir firme e me preparar bem para representar o Maranhão com orgulho”, comemora Martins, que dividiu o pódio com Luanderson de Sousa (segundo lugar) e Glauberth Viana (terceiro lugar).

Eles se destacaram entre os 15 competidores que participaram da competição realizada neste sábado (02/08), na filial Sotreq localizada no Distrito Industrial, e que exigiu de todos os concorrentes domínio técnico, precisão e atenção à segurança. Agora, os três finalistas avançam para a etapa nacional, prevista para setembro, em Piracicaba (SP).

Rumo à final internacional

A etapa de São Luís manteve o mesmo padrão técnico das regionais anteriores, realizadas em Jaguariúna (SP), Aparecida de Goiânia (GO) e Fortaleza (CE). Antes de chegar aos testes práticos, os competidores também passaram por uma prova teórica classificatória.

O campeão da etapa nacional representará o Brasil na etapa latino-americana, e o vencedor avançará à grande final global, marcada para março de 2026, em Las Vegas (EUA), durante a CONEXPO-CON/AGG, maior feira de construção da América do Norte.

Sobre a Sotreq

Com mais de 80 anos de inovação, a Sotreq é uma empresa nacional que fornece soluções para equipamentos novos e seminovos, tecnologia, suporte ao produto especializado, além de solução para locação. É revendedora Oficial Cat com mais de 50 filiais distribuídas em mais de 90% do território nacional. Atende aos segmentos de mercado de Construção, Mineração, Agronegócio, Energia, Florestal, Industrial, Petróleo & Gás, e Marítimo com uma equipe técnica altamente qualificada