Após articulação da SEDEPE, grupo Vila Galé anuncia hotel cinco estrelas no Centro Histórico de São Luís

O secretário José Reinaldo Tavares em uma das reuniões com os executivos do grupo hoteleiro português para garantir investimento em São Luís

O presidente do grupo hoteleiro europeu Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, anunciou, esta semana em Lisboa, que a rede está com novos planos para o Brasil. Além de um segundo resort em Alagoas, a rede portuguesa pretende chegar em São Luís, no Maranhão, e em Belém, no Pará.

O secretário José Reinaldo Tavares em uma das reuniões com os executivos do grupo hoteleiro português para garantir investimento em São Luís.

O projeto do futuro Vila Galé Collection São Luís, um hotel cinco estrelas em pleno Centro Histórico de São Luís, será uma das grandes prioridades no Brasil desta que está entre as 200 maiores empresas hoteleiras do mundo. Todas as tratativas para viabilizar o investimento português no turismo maranhense foram feitas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Programas Estratégicos (SEDEPE), sob a gestão do ex-governador José Reinaldo Tavares, inclusive com elaboração de um protocolo de intenções em 2022.

O anúncio do projeto da Vila Galé no Maranhão deverá ser feito, brevemente, com a presença do governador Carlos Brandão, um dos maiores entusiastas da iniciativa que vem gerar emprego e renda aos maranhenses.

“Esse é um dos maiores investimentos já feitos no turismo de São Luís. Um hotel, cinco estrelas, com o padrão dos empreendimentos da Vila Galé, na área tombada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, estimulará outros investimentos estratégicos na área do Centro Histórico, permitindo o avanço do projeto de reanimação e desenvolvimento sustentável do principal espaço turístico da nossa capital”, declara José Reinaldo.

Secretário Rubens Pereira Jr destaca aprovação do Programa Habitar no Centro Histórico, em audiência na Assembleia Legislativa

Os deputados estaduais do maranhão aprovaram, na tarde da última segunda-feira (25), o Programa Habitar no Centro. O Projeto de Lei (PL) de autoria do executivo estadual vai incentivar a reforma de casarões no Centro Histórico de São Luís, por meio da dedução de incentivos fiscais. O objetivo é transformar os prédios em um unidades habitacionais.

O secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano do Maranhão (Secid), Rubens Pereira Júnior, comemorou a aprovação e destacou a importância da aprovação do PL, tanto para a população quanto para o investidor beneficiado. “A criação do programa é mais um passo importante rumo à consolidação do programa de revalorização do governador Flávio Dino para nosso Centro Histórico”, disse.

Ainda na primeira quinzena de março, Rubens Pereira Jr esteve na Assembleia Legislativa onde pode dialogar e esclarecer as dúvidas dos parlamentares sobre a iniciativa do Governo do Maranhão. Para o secretário de Estado, além de apoiar e manter a população residente no Centro, a medida visa atrair novos moradores, novas atividades comerciais e serviços, tornando a região atrativa e segura à população.

“Para apoiar o investidor que detenha a posse regular do imóvel localizado no Centro, o governo do Maranhão disponibilizará a concessão de créditos presumidos de ICMS, no valor da reforma do imóvel, além da remissão de débitos de origem administrativa ou judicial com o Estado” esclareceu Rubens Jr.

Apesar da tentativa de enfraquecimento da pauta por parte dos parlamentares de oposição, o Programa Habitar no Centro foi aprovado por unanimidade e vai à sanção do governador Flávio Dino.

Mesmo antes da aprovação do projeto, a equipe da Secid percorreu, na última semana, os casarões existentes na área de abrangência do programa, o objetivo foi mapear e estudar todos os polos que abrangem a área da Rua Rio Branco e Desterro, como forma de acelerar o andamento.

Na primeira fase do Programa, serão consideradas como áreas prioritárias, o bairro do Desterro, na Praia Grande, incluído no perímetro do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Cidade de São Luís, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 1974.