Folha e Fórum, falam da queda de popularidade de Bolsonaro e destacam ascenção de Flávio Dino, Doria e Witzel nas redes sociais

A Folha de São Paulo e a Revista Fórum destacam o movimento que foi observado pela consultoria de dados Quaest após crise do corcoronavirus

O Índice de Popularidade Digital (IPD), medido pela consultoria de dados Quaest, aponta que, com a crise do coronavírus, o índice de popularidade virtual do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) caiu. O índice apontou também que, ao mesmo tempo, subiram os índices dos governadores João Doria (PSDB-SP), Wilzon Witzel (PSC-RJ) e Flávio Dino (PC do B-MA).

No período, Bolsonaro caiu de 83,1 para 69,1, uma queda de 16,8%. Doria cresceu 66,1%, Dino subiu 54,9% e Witzel, 39,6%.‌‌‌

O tucano foi de 10,55 a 17,52. Dino aparecia com 12,74 e alcançou 19,73. Já Witzel variou entre 9,76 e 13,62. Isso significa que os governadores despertaram mais interesse dos internautas e tiveram mais engajamento e alcance nas suas redes sociais.

O IPD compila informações do Twitter, Facebook, Instagram e, agora, em sua versão 2.0, também analisa Youtube, Google Trends e acessos a Wikipedia.‌

O IPD, que varia de 0 a 100, também passou a ser medido diariamente, possibilitando a comparação dos políticos entre os dias 25 de fevereiro e 25 de março, quando o país começou a sentir os efeitos da pandemia.

Com informações da folha

Na Secid, Rubens define ações de prevenção do servidores ao Covid-19

O secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid), Rubens Júnior, divulgou, nesta quarta-feira (18), orientações com medidas de prevenção contra o coronavírus, a serem tomadas por todos os servidores da Secretaria. Uma delas trata de uma das suas maiores iniciativas: o Programa Cheque Minha Casa.

A Secid orienta que, a partir desta quinta-feira (19), antes do público recorrer ao atendimento presencial, do Programa Cheque Minha Casa, é necessário entrar em contato pelo número (98) 98557-6857.

“Em atenção às medidas de enfrentamento à pandemia de coronavírus, a Secretaria das Cidades implementou o atendimento on-line por WhatsApp. Algumas ações que deverão ser tomadas para proteger a população. As medidas seguem orientações com base no decreto emitido pelo governador, Flávio Dino. Muito importante fazermos a nossa parte para promover ações preventivas. A responsabilidade é de todos nós”, disse Rubens Júnior.

Os atendimentos presenciais destinados ao público externo, quando essenciais, deverão ser previamente agendados via telefone e/ou Whatsapp, por meio do mesmo número. Na sala de Coordenação do Programa Cheque Minha Casa, o atendimento ao público será prestado durante das 13h às 17h.

“É muito importante que cada um faça sua parte para que possamos barrar a propagação da doença. Seguir as orientações de prevenção também é fundamental para garantir o bem-estar dos maranhenses”, reforça a coordenadora do Cheque Minha Casa, Malu Teixeira.

Atento à ameaça causada pelo coronavírus, Weverton apresenta propostas sobre o tema

Preocupado com avanço do coronavírus no Brasil, o senador Weverton (PDT-MA) apresentou um requerimento e três Projetos de Lei (PL) que tratam sobre o tema. A primeira ação é um requerimento de informações ao Ministério da Saúde para que sejam apresentados os números de kit-testes que o ministério possui para atender a população.

Weverton, ainda propõe que o governo garanta que produtos de segurança e prevenção para o coronavírus sejam tabelados. O PL apresentado pelo senador determina que seja estabelecido um preço fixo de itens como jalecos, álcool em gel, máscaras cirúrgicas e outras mercadorias necessárias até que a pandemia seja controlada. “É uma forma de proporcionar segurança aos brasileiros. As empresas não podem aumentar o valor em um momento crítico como esse”, afirmou.

Weverton quer garantir ainda a isenção de tributos sobre esses produtos, durante o período em que o território nacional for acometido pela pandemia. De acordo com o parlamentar, a chegada do Covid-19 tem provocado o aumento da procura por álcool em gel e máscaras. Com a expectativa de que o vírus alcance o pico de casos nos país até o fim do mês, a procura tende a disparar, assim como os preços. “Por isso, é tão importante a isenção de tributos de itens fundamentais para a segurança da população. A demanda vai aumentar e precisamos garantir que os preços não fiquem inacessíveis em um momento como este”, explicou.

Apoio aos municípios

Outro Projeto de Lei apresentado facilita o acesso dos municípios a recursos destinados a execução de ações de prevenção áreas atingidas por pandemias, para isso pandemias ficam configuradas como calamidade pública. “Acreditamos que incluir as pandemias no rol dos itens a serem aportadas com recursos do Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil e diminuir os entraves burocráticos que impedem a colaboração rápida da União com os municípios em situações de emergência”, justificou o senador maranhense.

Loteria

Weverton propôs também a realização de um concurso especial da Mega-Sena com a finalidade de destinar recursos ao Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento às vítimas do coronavírus. O projeto apresentado pelo senador prevê que 47% do valor arrecadado seja destinado ao SUS.
“A saúde pública brasileira tem enfrentado tantos problemas. Seria uma forma de destinar mais recursos para o SUS, que precisa de uma estrutura maior para combater o vírus. Como as apostas podem ser feitas on line, ninguém precisa sair de casa para jogar”, explicou.

Para Weverton, este é o momento do Parlamento apresentar propostas que beneficiem diretamente a população e que sejam efetivas para conter a disseminação do Covid-19.
“Apresentei estes projetos para dar minha contribuição neste momento difícil que o Brasil está vivendo. Vamos todos fazer a diferença”, finalizou.

Assista ao video na integra (clique aqui)

Água e sabão: Métodos de prevenção contra coronavírus são luxo para milhões de pessoas afetadas pela desigualdade no Brasil

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 “Lave a mão com água corrente e sabão por 20 segundos e não esqueça o álcool gel”. Ok. Mas o que fazer quando acesso a banheiros ou saneamento básico não é uma realidade? A instrução para prevenção individual do contágio do coronavírus funciona para populações pobres ou em situação de vulnerabilidade?

Em situação de rua, Julio Barbosa, 64, sabe da pandemia, mas água é um item escasso na sua rotina nas calçadas do centro de São Paulo. Florisvaldo da Silva, 69, morador de um abrigo municipal de idosos, diz que o local não tem álcool gel e nenhum comunicado oficial foi passado para os usuários que só se informam pela TV presente no refeitório.

Até pouco tempo o vírus estava circulando no Brasil pela faixa da população que tem acesso às viagens internacionais, empresários, artistas, políticos e turistas em geral que “importaram” a doença. Os primeiros contágios locais já aconteceram. Ontem (13), foi confirmada transmissão comunitária em São Paulo e Rio de Janeiro. E quando atingir a população em geral?

“Toda vez que a gente tem uma crise, os mais pobres são os mais afetados. Seja porque eles moram em áreas de maior risco, seja porque eles têm menos condição de saúde, de alimentação, com menos capacidade imunológica, seja porque não têm o que comer, não têm acesso a serviços públicos que são fundamentais nesses momentos, seja porque têm pouco dinheiro para tratar”, analisa Kátia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, organização não governamental que trabalha no combate à desigualdade social.

Cápsula de sobrevivência

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Julio Barbosa prefere ser chamado de Julinho. E ele batizou de “cápsula de sobrevivência” o amontado de lonas e cobertores de feltro estirados ao lado de um tapume das obras de reurbanização do Vale do Anhangabaú, onde mora no centro de São Paulo. Esse dispositivo o protege do frio e da chuva. Mas vai salvá-lo do mal que cria pânico nesses dias mundo afora?

“Sei que é uma gripe que pode matar quem é fraco. Estou com meus exames em dia. Fiz uns no posto aqui perto”, diz enquanto fabrica pulseiras com embalagens de plástico. Julinho faz parte de dois grupos de riscos. Ele é idoso (64 anos) e mora na rua.

“A informação é o principal remédio contra a Covid-19”, afirmou o canadense Bruce Aylward, líder da Organização Mundial de Saúde para o combate da enfermidade. A questão é que pessoas como Julinho até têm informação, mas não acesso a itens de higiene.

“O problema do vírus trouxe uma série de orientações de como as pessoas devem se comportar diante dessa pandemia. Isso sem levar em conta coisas básicas, pensar em condições de vidas saudáveis adequadas, ter um estado de bem-estar social, onde morar, o que comer, trabalho. É o caso das pessoas em situação de rua. São pessoas com saúde debilitada, muitas bebem ou usam drogas, têm problemas de saúde sem acompanhamento”, diz Isabel Bernardes, assistente social do Instituto de Psiquiatria da faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

No Brasil, quase 35 milhões de pessoas vivem sem acesso a água tratada, enquanto 100 milhões não possuem esgoto, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento em 2018.

Lar de idosos

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“Às vezes tem álcool gel, mas na maioria das vezes não tem”, diz Florisvaldo da Silva, 69, morador do centro municipal de acolhida a idosos localizado na avenida São João, região central de São Paulo. O prédio antigo de cinco andares abriga 210 moradores, divididos em 65 quartos (a maioria com três ou quatro residentes). Um único elevador serve essa população — muitos dos moradores, como Florisvaldo, possuem problema de locomoção e precisam usar muletas.

“Não teve comunicado oficial nem orientação pra gente. O que eu sei é pela TV”, relata. A Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) possui sete centros de acolhida para idosos, com 702 vagas, e 14 instituições de longa permanência para idosos, com 480 vagas, totalizando 1.182 vagas para a população idosa em situação de rua. Já a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania conta com o registro de 325 instituições particulares e públicas para idosos.

A Prefeitura de São Paulo informou que fará uma capacitação de todos os técnicos e profissionais que atuam nos serviços específicos para idosos para apresentar as medidas de prevenção contra a doença.

Em vez de a gente ter direito à saúde, a gente passa a ter deveres. É uma lógica invertida de responsabilizar o indivíduo. Nós temos um costume de lidar com as questões de saúde pública como se fossem individuais

 

Isabel Bernardes, assistente social do do Instituto de Psiquiatria da faculdade de Medicina da USP

Mobilidade do vírus

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“O pior é o trem. Fica tão lotado que tem sempre mais de uma pessoa tossindo e espirrando. Não tem jeito: tem que usar máscara. Ainda mais com os casos se multiplicando.” Assim  Virginia de Castro, 29, explica por que adotou a máscara para se proteger do novo vírus. Moradora de Francisco Morato, região metropolitana de São Paulo, ela pega trem e ônibus para atravessar 35 quilômetros e trabalhar de segunda a sexta-feira em uma clínica de estética na Barra Funda, zona oeste da capital.

Ela também está precavida onde trabalha. “Tem muito estrangeiro que vem fazer cirurgia plástica. Eu estou usando direto a máscara lá também.” Mas Virginia é uma exceção. A reportagem o Ecoa ficou meia hora durante o horário de pico na estação Barra Funda (interligação de trem, metrô e ônibus) e viu apenas quatro pessoas com máscara no turbilhão de passageiros que por ali passou.

“O vírus está começando a se soltar, mas não chegou ainda, não”, disse a aposentada Maria Miranda, 65, que, sem máscara, embarcou em um ônibus lotado para o bairro Peri Alto, na zona norte da cidade.

Não tem faxina por Zap

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Segundo relato do jornal “O Globo”, uma família com casos de coronavírus no Rio não teria dispensado o serviço da empregada doméstica, que agora usaria luvas e máscaras durante o expediente. “Se for um caso provado que a família fez o teste de corona e deu positivo, não tem porque a empregada estar lá trabalhando. Tem que suspender, dar licença. Fazer um acordo para que, durante o prazo exigido de quarentena, a pessoa não tenha prejuízo no salário”, diz Nathalie Rosário, advogada do Sindicato das Empregadas e Trabalhadores Domésticos da Grande São Paulo.

O Sindoméstica está avaliando quais recomendações em relação à pandemia devem ser dadas para as trabalhadoras nos próximos dias. Mas, caso haja alguma violação de direito, a profissional pode procurar o sindicato para receber apoio jurídico.

Para Izabel Marcilio, coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Faculdade de Medicina da USP, quando o coronavírus começar a entrar nas camadas mais pobres será mais difícil manter o isolamento em uma casa de um cômodo só. “Não dá para separar o doente do cuidador ou da criança, que está em casa porque a creche está fechada. O transporte vai continuar sendo coletivo, porque não dá para falar para as pessoas pegarem carro privado. Ou seja, você consegue controlar menos.”

Kátia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, endossa o ponto: “Como uma faxineira ou um motorista vai trabalhar de home office? Nós somos um país que tem muita mão de obra fazendo trabalho braçal mesmo, operacional. Quem diz que a solução para o coronavírus é home office não sabe que existe uma grande maioria da população brasileira que não trabalha na frente de um computador.”

 

Saúde é direito

A vantagem do Brasil nesse momento de pandemia, segundo Kátia Maia, é o SUS (Serviço Único de Saúde), que é o direito constitucional à saúde para toda a população brasileira. “Hoje, 75% da população depende dele. Nos Estados Unidos não tem isso, por exemplo. Os primeiros casos do coronavírus mostravam que as pessoas tinham que pagar caro para fazer o teste e para ficar em quarentena nos hospitais por lá”, afirma.

Nos casos mais graves da doença, o SUS pode ter dificuldade para absorver a demanda, já que o problema gira em torno da necessidade de respiração artificial, cujos aparelhos são comuns apenas em UTIs e centros cirúrgicos. “Há um limite em qualquer sistema: quantas pessoas você pode atender ao mesmo tempo? Qual é a sua capacidade? É o que está acontecendo na Itália. Lá, não tem respirador e condição de leito para todas as pessoas que estão tendo a forma mais grave da doença.”

Um ponto importante para os especialistas ouvidos por Ecoa é o efeito dos cortes na verba destinada à saúde pelo Governo Federal, que tirou R$ 9 bilhões em recurso em 2019 via emenda constitucional do teto de gastos.

“Em um país como o Brasil, com tamanha desigualdade social, o SUS já funciona sob pressão, porque é uma demanda muito grande. Os números mostram que, mesmo com tanto problema, ele funciona. Agora vai ter uma pressão maior. E o sistema vem sofrendo com o ajuste fiscal”, analisa Maia. Tanto é que o ministro da Saúde, Luiz Mandetta, pediu R$ 5 bilhões para lidar com o coronavírus.

A assistente social Isabel Bernardes concorda. “Há um desmonte da seguridade social. Por isso, preferem falar para as pessoas serem mais higiênicas, se preservarem individualmente. O SUS é muito bem capacitado, os profissionais são bons, tem tecnologia, mas falta insumo. Até agora quem teve contato com vírus tem dinheiro para passar por um tratamento em hospitais particulares, mas como as pessoas pobres vão lidar?”. Ela lembra que é preciso um investimento prévio em saneamento básico e tratamento de água, escasso para a população em geral.

Já Izabel Marcílio destaca o sistema de vigilância epidemiológica tradicional no Brasil. “O controle é muito forte, organizado e descentralizado. É anterior ao SUS, e depois foi incorporado ao sistema. Nós temos um programa de vacinação muito bom, reconhecido mundialmente. Isso são fortalezas do Brasil. Por isso, a gente tem conseguido controlar a doença até agora.”

 

 

Por Paula Rodrigues e Rodrigo Bertolotto De Ecoa, em São Paulo

Acesse o site do Ecoa https://www.uol.com.br/ecoa/

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Foca filia-se ao PR para disputar uma vaga na Câmara e promete “estourar” urnas na capital maranhense

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Líder reconhecido na Vila Palmeira e bairros adjacentes pelo seu trabalho social e luta por melhorias dessas comunidades, Daniel Vaz, popularmente conhecido como “Foca”, 34 anos, irá disputar assento na Câmara de Vereadores de São Luís nas eleições deste ano.

Foca se filiou na última quarta-feira (04) no PL, partido da deputada estadual e pré-candidata a prefeita Detinha.

O líder comunitário apoiou nas últimas eleições o vereador Astro de Ogum, no entanto, este ano não foi possível continuar a parceria, e então, Foca decidiu concorrer as eleições proporcionais da capital.

“Sempre estive do lado comunidade na busca por dia melhores para Vila Palmeira e bairros adjacentes. A partir de agora pretendo buscar os meios representativos para trazer avanços para nossa comunidade e  para o nosso povo que tanto necessita de ajuda e pretendo fazer isso por meio  da candidatura a vereador”, disse  o pré-candidato ao parlamento municipal.

O ato de filiação de Foca, contou com a presença do presidente estadual do PL, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho, do vereador por São Luís Aldir Júnior entre outras lideranças da capital.

(Com informações do Blog do Domingos Costa)

Mudanças no secretariado do Prefeito Edivaldo Holanda Júnior

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O prefeito Edivaldo Holanda Junior anunciou mudanças em sua equipe de governo, na noite desta sexta-feira (6), por meio de suas redes sociais.
Deixam a gestão municipal os secretários de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), Ivaldo Rodrigues; Trânsito e Transportes (SMTT), Canindé Barros; e Desportos e Lazer (Semdel), Rommeo Amim.
Todas as mudanças atendem a legislação eleitoral, que exige a descompatibilização do ocupante de cargo público para disputar as eleições municipais 2020.
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Edivaldo também agradeceu aos três ex-secretários pela valorosa contribuição dada à gestão e desejou que obtenham êxito em seus novos desafios.
Os nomes dos novos titulares das pastas serão divulgados nos próximos dias.

Prefeito Edivaldo assina ordem de serviço para requalificação da Praça João Lisboa, Largo do Carmo, Rua de Nazaré e entorno

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O prefeito Edivaldo Holanda Junior assinou nesta manhã a ordem de serviço para a requalificação da Praça João Lisboa, Largo do Carmo, Rua de Nazaré e entorno, dando continuidade ao amplo programa de revitalização do Centro Histórico de São Luís implantado em sua gestão. Os serviços integram o macroprograma São Luís em Obras e serão executados pela Prefeitura de São Luís em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Esta é uma das obras mais importantes executadas por Edivaldo em sua gestão devido a importância histórica dos logradouros, por serem mais uma obra cobrada há várias décadas pela população e comércio do entorno e porque fecha a revitalização de todo um sítio arquitetônico com as obras desde a Praça Dom Pedro II, Complexo Deodoro e Rua Grande. Todas estas executadas pelo Iphan em parceria com a Prefeitura.

O novo projeto arquitetônico irá reconfigurar toda a região desde a malha viária até a relação dos transeuntes com o espaço. O tráfego original entre a Avenida Magalhães de Almeida e a Rua do Egito será recuperado, todos os monumentos históricos serão restaurados (estátua de João Lisboa, relógio e outros) assim como o piso e as calçadas em pedra de cantaria, o mobiliário urbano será substituído. A praça receberá ainda nova iluminação e projeto paisagístico. O abrigo também será totalmente recuperado e o espaço ganhará banheiros públicos e estacionamento.

A Praça João Lisboa, Largo do Carmo, Rua de Nazaré e entorno integram um dos logradouros mais antigos da cidade, tendo sido palco da batalha entre portugueses e holandeses, também local da primeira feira ou mercado da cidade, do primeiro abrigo público, e do pelourinho, destruído após a Proclamação da República, segundo diversos registros históricos. Trata-se, portanto, de uma região com grande importância e simbolismo histórico para a cidade.

Com a requalificação de toda este entorno São Luís ganhará mais uma importante área de convivência e lazer no coração do seu Centro Histórico. Também já estão em finalização as obras da Praça da Bíblia e Parque do Bom Menino, em execução a nova Praça das Mercês e as praças da Misericórdia e da Saudade e nos próximos dias será lançada a urbanização da Fonte do Bispo. Entre outras que já foram executadas ao longo da gestão ou ainda serão iniciadas este ano.

Desta forma Edivaldo consolida sua gestão como a que mais garantiu investimentos para a recuperação do patrimônio histórico da cidade como também a que mais promoveu a reocupação do Centro, que estava em franco abandono, por meio de atividades artísticas e culturais voltadas para todos os públicos.

Na véspera da posse de Regina Duarte, dois secretários, dois diretores e dois chefes de gabinete são demitidos da pasta

Funcionários foram informados da exoneração por telefone

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RIO — Dois secretários, dois diretores e dois chefes de gabinete da Secretaria Especial da Cultura foram demitidos da pasta na noite desta terça-feira (3), um dia antes da posse da Regina Duarte. A informação foi confirmada por dois dos exonerados. Um deles, Ricardo Freire Vasconcellos, é diretor do Departamento do Sistema Nacional de Cultura e se declara bolsonarista. Segundo Ricardo, os outros demitidos também são, e essa seria a razão da exoneração.

— O motivo da demissão foi apenas por sermos bolsonaristas. Eu, por exemplo, não estava lá por isso. Sou altamente técnico e qualificado. Inclusive, em novembro do ano passado, comecei a prestar serviços de assessoria jurídica voluntariamente para a secretaria. Só depois a Jane (ex-secretária-adjunta) me indicou para o cargo de diretor — diz Ricardo.

Os outros cinco exonerados são Camilo Calandreli — secretário de Fomento e Incentivo à Cultura —, Reynaldo Campanatti — secretário Nacional da Economia Criativa —, Gislaine Targa — chefe de gabinete da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura —, Raquel Brugnera — chefe de Gabinete da Secretaria da Economia Criativa — e Ednagela Santos — diretora do Departamento de Cultura. De acordo com Ricardo, o chefe de gabinete do Ministério do Turismo foi quem ligou avisando sobre as demissões.

Ele também disse acreditar que quem pediu a demissão deles foi Humberto Braga, que é ex-presidente da Funarte. Uma outra fonte já havia afirmado ao GLOBO que Humberto “certamente será o número dois da secretária”.

Outra demitida, Raquel, também confirmou que a exoneração foi feita por telefone:

— Não foi uma surpresa, a gente já imaginava. Me avisaram pelo telefone que a exoneração sai amanhã no Diário Oficial — contou Raquel.

 

Fonte: O GLOBO

Neto Evangelista garante ambulância para o Hospital Municipal Djalma Marques

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O deputado estadual Neto Evangelista (DEM) entregou à direção do Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), em São Luís, a chave de uma ambulância 0km, adquirida graças a medidas de contenção de gastos implementadas na gestão do atual presidente da Assembleia, deputado Othelino Neto (PCdoB), em 2019, que possibilitaram o retorno desses recursos, da ordem de R$ 6,6 milhões, para que o Governo do Estado concretizasse a iniciativa.

Cada um dos 42 parlamentares indicou uma instituição a ser beneficiada com um veículo, equipado com materiais e itens indispensáveis para o atendimento de emergência, como macas, cilindro, bala de transporte para oxigênio, respirador, monitor cardíaco, desfibrilador e medicamentos.

Segundo o parlamentar, a intenção é potencializar os atendimentos de emergência, garantindo mais tranquilidade e conforto ao cidadão. “A saúde é uma área que precisa de um olhar especial e sensível. O novo veículo atenderá à população com ainda mais eficiência e, certamente, muitas vidas serão salvas”.

A diretora do Socorrão I, Bernadete Veiga, agradeceu e disse que a ambulância nova fará diferença no atendimento. “Com certeza, teremos um ganho em agilidade nas transferências de pacientes para outras unidades, buscando sempre a segurança e uma assistência humanizada. Nossos agradecimentos ao deputado Neto Evangelista”, finalizou.

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16ª Festança Junina no Ceprama homenageará Kátia Bogéa

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Prévia junina mais esperada da cidade de São Luís do Maranhão, a 16ª Festança Junina no Ceprama abrirá oficialmente os festejos juninos de 2020, em São Luís, no dia 29 de maio, com entrada franqueada a toda a comunidade que aprecia as nossas manifestações culturais da temporada. O evento prossegue até o dia 31 de maio, sempre às 19h, no Ceprama, na Madre Deus, com muitas atrações.

Nesse ano, boieiros, brincantes, artistas, músicos e a organização da Festança Junina homenagearão a historiadora Kátia Bogéa, que foi servidora de carreira do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Maranhão (Iphan/MA) de 1980 a 2015, tendo atuado como superintendente de 2003 a 2015. De 2016 a 2019 presidiu o Iphan. Nesse período O Instiuto experimentou uma dinamização das ações voltadas para a preservação do patrimônio cultural brasileiro sem precedentes na história do órgão.

O coordenador do evento, Mário Jorge Gonçalves, destaca avanços realizados por Kátia Bogéa no Maranhão, ressaltando que a homenagem é um justo reconhecimento ao trabalho da historiadora Kátia Bogéa, responsável por viabilizar junto ao Governo Federal e parceiros a revitalização de bens culturais, como o novo Complexo da Praça Deodoro, Praça Pedro II, Palacete Gentil Braga, Palácio Cristo Rei, Fábrica santa Amélia, Rua Grande e Engenho Central de Pindaré Mirim, entre outros.

PESQUISA HISTÓRICA

Em seu vasto currículo como servidora do Iphan/MA, Kátia Bogéa constam a pesquisa histórica para a instrução dos processos de tombamento da Casa das Minas, Fortaleza de Santo Antônio, Fábrica Santa Amélia, imagem sacra de São Bonifácio, e do Engenho Central de São Pedro em Pindaré-Mirim, reconhecidos como patrimônio cultural do Brasil. A historiadora também integrou a equipe que realizou o Inventário Nacional de Bens Móveis e Integrados em 45 municípios maranhenses sobre arte sacra e arquitetura religiosa.

Em sua gestão como superintendente do Iphan no Maranhão, o Tambor de Crioula e o Complexo Cultural do Bumba-meu-boi do Maranhão tornaram-se Patrimônio Cultural do Brasil. Como presidente do Iphan, deu encaminhamento ao processo que tornou o Complexo Cultural do Bumba-meu-boi do Maranhão Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O pedido foi entregue ao Iphan em 2012, porém o processo não havia sido aberto.