“O Cravo e a Rosa” chega ao palco do Teatro Arthur Azevedo dias 23, 24 e 25 de outubro

O clássico da teledramaturgia brasileira “O Cravo e a Rosa”, escrito por Walcyr Carrasco, ganha adaptação para os palcos em uma montagem envolvente que chega ao Teatro Arthur Azevedo nos dias 23, 24 e 25 de outubro — quarta e quinta às 20h e sexta às 18h. Com direção de Pedro Vasconcelos e direção de produção de Marcelo Faria, o espetáculo reúne humor, romance e emoção em uma história que marcou gerações.

Na televisão, exibida originalmente entre 2000 e 2001 pela TV Globo, a novela conquistou o público com seu enredo leve e espirituoso, sendo uma das produções mais reprisadas da emissora e até hoje lembrada por diferentes gerações. No teatro, o sucesso se repete com plateias lotadas em várias capitais do país.

Nos palcos, Paloma Bernardi e Marcelo Faria dão vida a Catarina e Petruchio, revivendo o embate entre a jovem rica e geniosa e o fazendeiro determinado. O elenco conta ainda com João Camargo (Batista), Catarina de Carvalho (Bianca), Rosana Dias (Mimosa), Marcello Gonçalves (Seu Calixto), Carlos Félix (Seu Etevaldo Praxedes) e John Garita (Seu Venceslau Torres).

Ambientada na São Paulo dos anos 1920, a trama é inspirada em A Megera Domada, de Shakespeare, e aborda de forma divertida e atual temas como igualdade de gênero e o amor que nasce das diferenças. Segundo o diretor Pedro Vasconcelos, a peça “celebra o amor que surge do contraste entre mundos distintos — o homem e a mulher, o campo e a cidade, a simplicidade e a sofisticação — mostrando que o humor também pode ser um espelho da alma”.

Apresentado pela Brasilcap, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo tem realização da FV Produções e já encantou plateias em diversas cidades do país. A produção traz cenografia e figurino de Ronald Teixeira, iluminação de Luciano Xavier, visagismo de Fabiola Gomez, trilha sonora de Bruno Marques e fotografia de Rodrigo Lopes.

Ficha Técnica

Autoria: Walcyr Carrasco

Direção e adaptação: Pedro Vasconcelos

Direção de produção: Marcelo Faria

Produção: Renata Costa Pereira

Assistência de direção: Marcello Gonçalves

Cenografia e Figurino: Ronald Teixeira

Iluminação: Luciano Xavier

Visagismo: Fabiola Gomez

Trilha Sonora: Bruno Marques

Pianista convidada: Cleo Boechat

Fotografia: Rodrigo Lopes

Assessoria de imprensa: Carlos Pinho

Elenco

Paloma Bernardi (Catarina), Marcelo Faria (Petruchio), João Camargo (Batista), Catarina de Carvalho (Bianca), Rosana Dias (Mimosa), Marcello Gonçalves (Seu Calixto), Carlos Félix (Seu Etevaldo Praxedes), John Garita (Seu Venceslau Torres).

Serviço

📍 Local: Teatro Arthur Azevedo

📅 Datas: 23, 24 e 25 de outubro

🕒 Horários: Quarta e quinta às 20h | Sexta às 18h

🎭 Duração: 100 minutos

👨‍👩‍👧‍👦 Classificação: 10 anos

🎟️ Compre seu ingresso clicando aqui ou na bilheteria do Teatro Arthur Azevedo

📲 Instagram: @ocravoearosaumespetaculo

Governo reforma primeira escola na capital pelo programa Mãos à Obra

O Programa Mãos à Obra, criado pelo Governo do Estado para a manutenção de prédios da rede física estadual, já foi iniciado, e uma das primeiras ações ocorreu na capital. O IEMA Manuel Beckman, no bairro do Bequimão, foi um dos mais de 3 mil prédios do estado a serem beneficiados pelo programa. A manutenção da unidade educacional ocorreu nos últimos meses e proporcionou mais qualidade ao ensino e à aprendizagem dos estudantes.

“Esse é o intuito e propósito do Mãos à Obra, atendendo à determinação do governador Carlos Brandão, que nos incumbiu dessa tarefa de dar suporte aos órgãos estaduais. Criamos esse programa para encurtar caminhos e atender as demandas dos nossos prédios, pois, para fazer pequenas reformas, o trâmite era demorado. Agora, com o apoio da MAPA, podemos diminuir esse tempo e ainda fomentar a participação do pequeno empresário atuando nas mais diversas regiões do estado”, explicou o secretário de Governo, Márcio Machado.

“O programa atende a uma demanda antiga do governo estadual: cuidar da manutenção do patrimônio, combatendo situações como infiltrações, reparos em telhados, pinturas, reparos em fechaduras, sistemas elétricos e hidráulicos. Tudo isso custava muito, em tempo e dinheiro. Hoje, com o programa, esses serviços podem ser realizados de forma mais ágil e, o que é interessante, é que dá oportunidade para mulheres que precisam ingressar no mercado de trabalho”, explica Fernando Beckman, coordenador do programa na Secretaria de Estado de Governo.

O programa foi idealizado pela Secretaria de Estado de Governo (Segov), em parceria com a Maranhão Parcerias (Mapa), que viabiliza os editais de credenciamento das empresas aderentes. Essas empresas precisam ter pelo menos 51% de mulheres em seu quadro de empregados.

No caso do IEMA Manuel Beckman, a obra foi realizada pela empresa Ela Faz, que trabalha com 100% de efetivo feminino e foi a primeira credenciada a dar início aos trabalhos. “O principal desafio nosso não é só colocá-las no mercado de trabalho e gerar oportunidade, mas gerar confiança para que elas possam vencer todas as barreiras e ter autonomia financeira e independência”, esclarece Lívia Viana, empresária e proprietária da Ela Faz.

Mulheres em ação

Para muitas dessas mulheres, que vêm de uma situação de vulnerabilidade, é uma mudança significativa. “Para mim, foi uma transformação de vida, um divisor de águas na minha vida e a saída de uma situação crítica em que eu me encontrava”, descreve Ingrid Vitória.

“Estou muito grata pela oportunidade. Agora sou pintora e pedreira e tenho muito orgulho disso. Quando comecei, muita gente me disse que isso não era trabalho para mulher, mas hoje não me imagino mais trabalhando fora da construção civil”, relata também a trabalhadora Jane Valéria.

O trabalho foi executado com excelência. A previsão para o fim dos reparos na escola era de 30 dias, mas a equipe, formada por 15 mulheres, concluiu tudo em 27 dias, antes do prazo.

“Para a gente, é motivo de muito orgulho ter sido a primeira escola aqui na capital pelo Mãos à Obra. O trabalho superou as nossas expectativas: mulheres altamente qualificadas deram essa revitalizada na nossa escola. Então, o nosso sentimento é de gratidão ao governador Carlos Brandão, à Secretaria de Governo, na pessoa do secretário Márcio Machado, e a toda a equipe que faz esse trabalho acontecer, além de todas essas mulheres maravilhosas que deram tudo de si para a nossa escola ficar bonita”, revelou a diretora-geral do IEMA, Cláudia Roberta.

Irmã de Pedro Lucas, indicada por Flávio Dino, deixa superintendência do Iphan no Maranhão

A saída da arquiteta Lena Brandão Fernandes do comando do Iphan no Maranhão movimentou os bastidores políticos neste fim de semana. A decisão, que ainda não teve explicação oficial, reacendeu especulações sobre a influência das posições do deputado Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), irmão de Lena, em votações que contrariaram o governo federal.

Nos corredores da política maranhense, comenta-se que o desligamento teria menos a ver com a atuação técnica de Lena e mais com o contexto político que envolve o União Brasil e o Palácio do Planalto. Pedro Lucas tem adotado uma postura independente, contrariando orientações do governo em temas econômicos e orçamentários, o que acabou gerando desconforto em Brasília.

Lena havia sido nomeada ainda na gestão em que Flávio Dino comandava o Ministério da Justiça, e seu nome foi bem recebido por setores ligados à cultura e ao patrimônio. A arquiteta é vista como uma profissional técnica e discreta, mas o fato de ser irmã do deputado acabou pesando no tabuleiro político.

A exoneração é interpretada por aliados como um sinal de reacomodação nos cargos federais sob influência do União Brasil no Maranhão. Mudanças em outros postos não estão descartadas.

Pedro Lucas, por sua vez, tem repetido que a irmã não foi indicada por ele nem possui filiação partidária. Mesmo assim, o episódio é visto como mais um reflexo da distância entre o grupo de Dino e o do deputado, que já se desenha desde o início do governo.

Em resumo, a demissão de Lena Brandão deixa evidente como as disputas nacionais acabam respingando no cenário local, afetando até nomes de perfil técnico. No Maranhão, onde política e simbolismo caminham juntos, nenhum movimento passa despercebido.

🌸 Festival de Flores de Holambra encerra neste domingo (12) na Feirinha São Luís com cores, aromas e alegria

O tradicional Festival de Flores de Holambra encerra sua 17ª edição em grande estilo neste domingo (12), durante a Feirinha São Luís, na Praça João Lisboa, no Centro Histórico da capital. O evento promete encantar o público com um espetáculo de cores, aromas e diversidade natural.

Realizado desde o dia 26 de setembro, o festival vem movimentando a Praça Deodoro, no coração de São Luís, reunindo centenas de espécies de flores, plantas ornamentais e frutíferas trazidas diretamente de Holambra (SP), cidade reconhecida como o maior polo de cultivo e comércio de flores do Brasil.

🌿 Um jardim a céu aberto em São Luís

Durante os dias de realização, o Festival de Flores de Holambra transformou a Praça Deodoro em um verdadeiro jardim a céu aberto, com estandes repletos de cores vibrantes e aromas marcantes. Entre as espécies expostas, destacaram-se orquídeas, violetas, begônias, crisântemos, roseiras e plantas exóticas, além de mudas de ervas medicinais, temperos e frutíferas.

Além da beleza natural, o festival despertou o interesse de quem busca embelezar espaços, promover bem-estar e incentivar o contato com a natureza. Visitantes de todas as idades se encantaram com a variedade e a qualidade das flores expostas.

🌸 Tradição, sustentabilidade e encantamento

Promovido por produtores e floricultores de Holambra, o festival tem como propósito divulgar a cultura das flores e incentivar práticas sustentáveis de cultivo e ornamentação. Com entrada gratuita, o evento se consolidou como um dos mais aguardados do calendário cultural de São Luís, reunindo visitantes locais e turistas em busca de novas experiências sensoriais.

O encerramento na Feirinha São Luís celebra o sucesso da edição, que movimentou o público e reforçou a importância de valorizar a natureza, a cultura e a economia criativa local.

🌼 Serviço

Evento: Encerramento do Festival de Flores de Holambra

Local: Feirinha São Luís – Praça João Lisboa, Centro Histórico

Data: Neste domingo, 12 de outubro de 2025

Horário: Das 9h às 15h

Entrada: Gratuita

Sesc celebra o Dia Mundial da Alimentação com ações de conscientização e solidariedade no Maranhão

Em um cenário marcado por avanços no combate à fome, o Brasil voltou a atender ao critério técnico da FAO para sair do Mapa da Fome — coincidindo com as comemorações do Dia Mundial da Alimentação, celebrado em 16 de outubro. A data, que este ano tem como tema “De mãos dadas por melhores alimentos e um futuro melhor”, destaca a importância da cooperação entre governos, organizações e sociedade para garantir o direito à alimentação adequada. No Maranhão, o Programa Sesc Mesa Brasil promove uma programação especial de 13 a 17 de outubro, reunindo informação, conscientização e solidariedade para reforçar o compromisso com a segurança alimentar e a dignidade humana.

A abertura acontece no dia 13 de outubro, com a palestra “Alimentação Saudável”, ministrada pela nutricionista Elaine Teixeira em uma instituição cadastrada no programa. A ação busca incentivar hábitos de vida mais saudáveis e promover a educação alimentar entre os beneficiários.

No dia 14, em comemoração ao Dia do Pão (também celebrado em 16 de outubro), será realizada a tradicional entrega de pães às entidades sociais cadastradas, ação possível graças à parceria com empresas doadoras.

A programação segue no dia 16, com a palestra “Como os conhecimentos do passado podem levar ao sucesso”, conduzida por Cornélia Rodrigues, a Nelinha do Babaçu, no Auditório Elias Bufaiçal, localizado no Condomínio Fecomércio Sesc Senac. A atividade propõe valorizar saberes tradicionais e sua contribuição para um futuro mais sustentável.

As ações se encerram dia 17 com uma grande mobilização solidária: a entrega de cestas básicas, beneficiando 500 famílias atendidas pelo programa.

Com essa agenda, o Sesc reforça sua atuação no combate à insegurança alimentar e na promoção da educação nutricional, em sintonia com os objetivos globais da data.

18ª FeliS celebra encontros com grandes nomes da literatura nacional e internacional

A 18ª Feira do Livro de São Luís (FeliS) segue com intensa programação cultural e literária até este domingo (05), das 9h às 21h, na Cidade do Livro, localizada na praça Maria Aragão. Esta edição reuniu cerca de 15 importantes vozes da literatura nacional e internacional, onde o público teve a oportunidade de participar de bate-papos literários e rodas de conversa. 

Dentre os convidados, Itamar Vieira Junior (BA), Carlos Nejar (SP), Klévisson Viana (CE) e Rodrigo França (RJ) marcaram presença no auditório Padre João Mohana, onde conversaram sobre identidade, ancestralidade e a força da literatura popular. 

“Com essas participações, a FeliS reafirma sua importância como espaço de intercâmbio cultural, onde diferentes gerações e tradições literárias se encontram para debater temas atuais e universais, fortalecendo a literatura como caminho de transformação social e de celebração da diversidade”, destacou o secretário de Cultura, Maurício Itapary.

Durante todo o final de semana, a programação da Feira recebeu escritores convidados de outros estados. 

Na sexta-feira (3), a FeliS recebeu, o escritor e ilustrador Filipe Macedo (SP) que conduziu o bate-papo “Quando as mãos podem falar”, abordando a comunicação em Libras e a inclusão na literatura infantil. Logo em seguida, o ilustrador e publicitário Guilherme Freitas (SP), conhecido pelo canal Brush Rush, apresentou técnicas e reflexões no encontro “Todos podem desenhar!”, incentivando a criatividade do público.

Outra autora convidada da sexta-feira foi a  cubana Teresa Cárdenas, que comandou a mesa “Memória e Ancestralidade na Literatura de Teresa Cárdenas”. Autora de títulos marcantes como “Cartas para minha mãe” e “Cachorro velho”, Cárdenas é reconhecida internacionalmente por suas narrativas que tratam de racismo, escravidão, identidade e ancestralidade africana. Sua presença na FeliS foi um encontro potente com leitores e pesquisadores interessados no diálogo entre literatura, memória e resistência.

Hoje (4), a programação seguiu com debates, lançamentos e um bate-papo literário com Alberto Perdigão (CE), no Auditório João Mohana que mergulhou na poética do cantor e compositor Belchior, uma análise de como o cantor cearense vem sendo retratado em biografias e folhetos de cordel.

Neste domingo (5), a FeliS celebra a produção local com o encontro “Novas Vozes da Literatura Maranhense”, às 19h, no Auditório João Mohana, coordenado por José Neres e Dino Cavalcante. O Café Literário homenageia os 90 anos de Nauro Machado, reunindo escritores e críticos em torno da obra do poeta. 

Consolidada como o maior evento literário da Maranhão, a FeliS transforma São Luís em ponto de encontro da literatura e reafirma o livro como ferramenta de memória, reflexão e criação coletiva.

Iracema Vale participa da abertura da campanha Maranhão Rosa

Iniciativa do Governo do Estado é em alusão ao mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama.

Iracema Vale participou do lançamento da campanha Maranhão Rosa, em frente ao Palácio dos Leões

A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale (PSB), participou, na quinta-feira (2), da abertura oficial da campanha Maranhão Rosa, iniciativa do Governo do Estado em alusão ao mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama.

Durante o evento, Iracema Vale parabenizou o Governo do Estado e fez um agradecimento especial à primeira-dama do Maranhão, Larissa Brandão, pela sensibilidade e protagonismo na condução da campanha.

Ao lado da deputada Helena Duailibe, Iracema Vale acompanha o evento, realizado na quinta-feira (2)

“Quero parabenizar o Governo do Estado e de uma forma muito especial, parabenizar a primeira-dama Larissa Brandão, que proporcionou um momento de conscientização, troca de experiências e depoimentos incríveis. Esse é um gesto que demonstra cuidado e compromisso com a saúde das mulheres do nosso estado”, destacou a parlamentar.

A programação de abertura contou com apresentações culturais, roda de conversa, corte de cabelo solidário e show com o grupo de teatro Pão com Ovo. A campanha, coordenada pelas secretarias de Estado da Mulher (Semu), da Saúde (SES) e de Governo (Segov), oferecerá ao longo de outubro uma série de ações voltadas à saúde e ao bem-estar feminino.

“O mês de outubro rosa não é só um mês de conscientização. É o mês para a gente se lembrar que todos nós somos responsáveis pela saúde de cada mulher maranhense. Para isso, preparamos uma vasta programação não só em São Luís, mas em várias regiões do Maranhão”, afirmou a primeira-dama, Larissa Brandão.

Entre os destaques está a atuação da Carreta da Mulher, unidade móvel que levará atendimentos gratuitos para mulheres em São Luís e outros municípios maranhenses. Os serviços incluem mamografia, consultas ginecológicas e com mastologista, exames preventivos, ultrassonografia, testes rápidos de ISTs, vacinação, além de ações educativas e atividades físicas.

Iniciativa do Governo do Estado alude ao mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama.

A campanha Maranhão Rosa foi instituída por lei, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Carlos Brandão em dezembro de 2024. A norma estabelece uma campanha permanente de conscientização e acesso à informação sobre o câncer de mama e outras doenças que atingem diretamente a saúde da mulher.

Também participaram do evento o governador Carlos Brandão (PSB); a secretária de Estado da Mulher, Abgail Cunha; o deputado federal Pedro Lucas (União Brasil); os deputados estaduais Antônio Pereira (PSB) e Helena Dualibe (PP); além de outras lideranças e autoridades.

Dudu Diniz participa de ação da saúde e do festejo de São José de Ribamar

O ex-presidente da Câmara Municipal de São José de Ribamar, Dudu Diniz, participou, no sábado pela manhã, da ação da saúde em parceria com o Governo do Maranhão, através da Secretaria de Saúde.

Na ação, houve consultas oftalmológicas e distribuição de óculos de grau, totalmente gratuitos, além de tratamento de varizes para quem precisa. Foram mais de mil atendimentos ao povo ribamarense.

“Transformando vidas em São José de Ribamar! Tive a honra de participar de mais uma ação incrível do Governo do Estado, proporcionando consultas oftalmológicas e distribuindo óculos totalmente gratuitos para quem precisa. Além disso, também levamos cuidados para quem enfrenta problemas de varizes. A missão continua, mesmo sem mandato. Agradeço ao nosso governador Carlos Brandão, ao secretário estadual de Saúde, Tiago Fernandes, ao querido secretário municipalista Orleans Brandão e a todos que fazem isso acontecer”, disse.

Dando continuidade à programação, Dudu Diniz ressaltou a importância da participação da comunidade nas festividades e nas ações de saúde. “É fundamental que todos se envolvam. A saúde é um direito de todos e momentos como este reforçam nosso compromisso com o bem-estar da população”, afirmou.

À noite, Diniz também participou, ao lado do governador Carlos Brandão, do deputado estadual Jota Pinto e da vereadora de São Luís, Concita Pinto, da celebração da missa no Festejo de São José de Ribamar.

“Celebrando a fé e a união no Festejo de São José de Ribamar! Que as bênçãos do nosso Santo Padroeiro iluminem cada canto da nossa cidade e nos inspirem a construir um futuro repleto de amor e solidariedade”, disse Dudu.

Pastor Cavalcante, líder religioso e ex-deputado do Maranhão, morre aos 65 anos

Presidente da Comadesma e ex-parlamentar estadual faleceu neste domingo (21), no Rio de Janeiro, após complicações de um AVC.

Morreu na manhã deste domingo (21), aos 65 anos, o ex-deputado estadual do Maranhão e líder religioso Pastor Cavalcante. Ele estava internado em um hospital no Rio de Janeiro (RJ), após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Pastor Cavalcante era presidente da Convenção de Ministros das Assembleias de Deus do Sul do Maranhão (Comadesma) e também liderava a Assembleia de Deus em Açailândia. Reconhecido como uma das principais referências evangélicas da região, enfrentava problemas de saúde há anos. Ainda não foram divulgados detalhes sobre o local do velório e do sepultamento.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), lamentou a morte nas redes sociais e destacou a relevância de sua atuação religiosa e política.

“A comunidade cristã do Maranhão perde um líder com o falecimento do pastor Cavalcante, presidente da Comadesma, da Assembleia de Deus em Açailândia e ex-deputado estadual. Minha solidariedade aos familiares, amigos e aos membros da congregação. Deixo meu abraço fraterno e peço a Deus que console todos vocês!”, escreveu.

Trajetória

Natural de Coroatá (MA), José Alves Cavalcante construiu sua trajetória como líder religioso no sul do estado. Foi eleito deputado estadual em 2018 e exerceu o mandato até 2022, período em que ampliou sua influência política e comunitária.

Bolsonaro é condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por plano de golpe

Início será em regime fechado; ex-presidente também foi condenado a 124 dias multa, no valor de dois salários mínimos o dia.

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, com início em regime fechado, por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Além da prisão, Bolsonaro também foi condenado a 124 dias multa, no valor de dois salários mínimos o dia.

Para a definição da pena, o ministro relator, Alexandre de Moraes, considerou o agravante de liderança de organização criminosa e a atenuante da idade avançada do ex-presidente. Ele foi acompanhado por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O ministro Luiz Fux, por ter votado pela absolvição de Bolsonaro, decidiu não participar da definição de pena.

Condenação

Por maioria de votos, Bolsonaro se tornou o primeiro presidente do Brasil a ser condenado por golpe de Estado.

O relator, Alexandre de Moraes, foi acompanhando por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Luiz Fux votou pela absolvição. O placar final foi de 4 a 1.

Ele foi condenado pelos seguintes crimes:

• Organização criminosa armada;

• tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;

• golpe de Estado;

• dano qualificado pela violência e grave ameaça (com exceção de Ramagem);

• e deterioração de patrimônio tombado (também com exceção de Ramagem).

No Brasil, as penas só podem ser executadas depois que o caso transita em julgado, ou seja, depois que acabam todas as possibilidades de recurso.

Como votou cada ministro

Alexandre de Moraes: Dedicou cinco horas ao voto e apontou Jair Bolsonaro como líder da organização criminosa que planejou um golpe de Estado. Segundo ele, o grupo usou a máquina pública e apoio de militares para atacar o Judiciário, desacreditar o sistema eleitoral e impedir a posse do governo eleito em 2022. Moraes citou a minuta do golpe discutida com militares, a reunião de ministros em 2022, o financiamento de acampamentos em quartéis, o Plano Punhal Verde e Amarelo e a coordenação dos atos de 8 de janeiro. Para o ministro, as ações mostraram a recusa de Bolsonaro e aliados em aceitar a alternância democrática de poder e quase levaram o Brasil de volta a uma ditadura.

Flávio Dino: Acompanhou Alexandre de Moraes e votou pela condenação de Jair Bolsonaro e outros sete réus. Para ele, Bolsonaro e Walter Braga Netto exerceram liderança sobre a organização criminosa e devem receber penas mais altas, enquanto Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Alexandre Ramagem tiveram participação menor e devem pegar penas reduzidas. O ministro ressaltou que a tentativa de golpe não se tratou apenas de preparativos, mas de atos executórios que colocaram em risco o Estado Democrático de Direito, incluindo com a invasão violenta das sedes dos Três Poderes.

Luiz Fux: Foi o único a divergir no julgamento. Em um voto de 14 horas, defendeu a absolvição completa de Jair Bolsonaro e de outros cinco réus. Em relação a Mauro Cid e Walter Braga Netto, votou pela condenação apenas pelo crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, rejeitando todas as demais acusações. Ao contrário dos outros ministros, Fux analisou separadamente cada crime e cada réu. Também acolheu quase todas as preliminares apresentadas pelas defesas, argumentando que houve cerceamento do direito de defesa e que o STF, assim como sua Primeira Turma, não teriam competência para julgar o caso. Logo no início de sua manifestação, ainda enviou um recado indireto a Alexandre de Moraes, afirmando que juízes não têm função investigativa e devem agir com distanciamento.

Cármen Lúcia: Concluiu que a PGR apresentou provas sólidas de uma empreitada criminosa organizada por uma “milícia digital” para atacar o Judiciário e as urnas eletrônicas, liderada por Jair Bolsonaro, apontado como responsável por planejar a ruptura institucional e a permanência forçada no poder. Para ela, as ações foram coordenadas, contaram com participação efetiva de Mauro Cid e envolveram violência, grave ameaça e até cogitação de assassinatos de autoridades. Rejeitando a tese de Luiz Fux, defendeu que os réus devem ser condenados separadamente pelos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

Cristiano Zanin: Surpreendeu ao acompanhar integralmente o voto de Alexandre de Moraes e votar para condenar todos os réus pelos cinco crimes imputados pela PGR. Para ele, ficou comprovada a existência de uma organização criminosa armada e estruturada para manter Bolsonaro no poder. Segundo o ministro, as ações envolveram uso de estruturas do Estado, ameaças a autoridades e violência, evidenciada nos atos de 8 de janeiro de 2023. Zanin afirmou que não foram apenas opiniões políticas ou atos preparatórios, mas um conjunto de estratégias coordenadas que atacaram a democracia, e que a responsabilização é fundamental para consolidar o Estado Democrático de Direito.

Relembre o caso

Em 8 de janeiro de 2023, manifestantes vindos de várias cidades e do acampamento em frente ao quartel general do Exército invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF. Obras, estruturas e peças históricas foram destruídas.

O ex-presidente Jair Bolsonaro estava nos Estados Unidos quando os ataques ocorreram, mas já estava na mira da Polícia Federal como possível mentor de um plano golpista.

As apurações avançaram com a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Ele relatou reuniões do presidente com ministros, embaixadores e chefes militares antes das eleições de 2022, nas quais o então mandatário colocava em xeque a credibilidade das urnas.

No segundo turno, a PRF teria sido mobilizada para dificultar o acesso de eleitores em cidades mais favoráveis a Lula. Após a diplomação do petista, em dezembro, vândalos incendiaram carros e ônibus e tentaram invadir a sede da PF em Brasília, e dias depois foi encontrada uma bomba perto do Aeroporto da capital.

Ainda em dezembro, investigações apontaram a elaboração de uma minuta golpista e do plano “punhal verde-amarelo”, que previa os assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes. O inquérito da PF foi concluído em novembro de 2024.

Bolsonaro e outros 36 aliados foram indiciados e denunciados pela PGR, que os dividiu em cinco núcleos de atuação. O núcleo central, liderado por Bolsonaro, teria planejado impedir a posse de Lula. A denúncia foi aceita pelo STF, e os réus passaram a responder a uma ação penal.

Segundo a acusação, Bolsonaro liderou a organização criminosa, articulou ataques às urnas, difundiu desinformação e incitou a intervenção militar. Em junho, os réus foram interrogados e negaram a tentativa de golpe.

As defesas questionaram a imparcialidade de Alexandre de Moraes e a validade da delação de Cid, marcada por contradições e descumprimentos do acordo. Anular a delação, porém, significaria invalidar parte das provas nas quais se baseia a denúncia.

O caso repercutiu internacionalmente. Em julho, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump defendeu Bolsonaro, chamou o processo de “caça às bruxas” e impôs sanções a Moraes, que reagiu afirmando que não recuaria “nem um milímetro”.

Com a entrega das alegações finais, o ministro Cristiano Zanin marcou o julgamento. Após cinco sessões, a Primeira Turma do STF decidiu condenar Bolsonaro e outros sete réus.