O pedido da CBF ainda será analisado pelo ministro Flávio Dino, relator da Reclamação Constitucional
Intervenção na FMF é contestada pela CBF (Divulgação Assessoria)
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou manifestação ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a anulação da decisão da Justiça do Maranhão que afastou os dirigentes da Federação Maranhense de Futebol (FMF) e nomeou Susan Lucena Rodrigues como administradora provisória.
No documento, a CBF argumenta que a medida viola a autonomia das entidades esportivas, garantida pela Constituição Federal e pela Lei Geral do Esporte, e pede que o STF reconheça sua prerrogativa de indicar o interventor responsável por conduzir o processo de reorganização da federação.
CBF contesta decisão judicial que modificou administração na FMF
A entidade sustenta que possui mecanismos internos de controle previstos em seu estatuto e que já realizou intervenções semelhantes em outras federações, como as de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O nome indicado pela CBF para assumir a função no Maranhão é Milton Dantas, atual presidente da Federação Sergipana de Futebol.
O texto cita decisões anteriores do próprio STF — como a ADI 7.580, relatada por Gilmar Mendes — para reforçar que o Estado não pode intervir em assuntos internos de federações esportivas. A confederação também alerta que a manutenção da intervenção judicial pode gerar sanções da FIFA e da Conmebol ao futebol brasileiro.
O pedido da CBF ainda será analisado pelo ministro Flávio Dino, relator da Reclamação Constitucional nº 85.536/MA.
A Polícia Civil investiga a relação dos suspeitos com a série de ataques que provocou uma onda de insegurança na região.
Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA). (Foto: divulgação)
SÃO LUÍS — Desde o início da semana, 35 pessoas foram presas suspeitas de envolvimento nos ataques violentos registrados em cidades da Grande Ilha de São Luís. Só nas últimas 24 horas, foram realizadas 17 prisões, entre investigados e condenados por crimes.
Os dados são de um balanço da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), obtido na noite dessa sexta-feira (24).
A Polícia Civil investiga a relação dos suspeitos com a série de ataques que provocou uma onda de insegurança na região. Ao todo, sete pessoas morreram e dez ficaram feridas. Leia a nota na íntegra:
“A Secretaria de Estado da Segurança Pública reitera que reforçou as ações de policiamento na Grande Ilha com o objetivo de prevenir e reprimir ações criminosas. Resultados parciais dessas ações, nesta semana, 35 investigados ou condenados por crimes foram presos na região, sendo 17 prisões realizadas nas últimas 24 horas. As operações também resultaram na condução de suspeitos às delegacias, na apreensão de mais de 20 armas de fogo e entorpecentes, além da recuperação de veículos roubados e furtados. As forças policiais trabalham para prender outros autores de crimes, dentre os quais o que vitimou Eduardo Lemos Martins. Um dos envolvidos já foi identificado.”
Durante as operações realizadas ao longo da semana, foram apreendidas mais de 20 armas de fogo, drogas e veículos roubados ou furtados. Segundo o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, os crimes têm relação com a disputa territorial entre facções criminosas que atuam na Grande Ilha.
Secretário de Segurança Pública, Maurício Martins. (Foto: reprodução )
Os ataques ocorreram em São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa, os quatro municípios que compõem a região metropolitana.
A série de crimes está relacionada à disputa entre facções rivais pelo controle de territórios na região metropolitana da capital. (Foto: reprodução)
Por conta da violência, escolas, universidades públicas e particulares suspenderam as aulas na quinta (23) e sexta-feira (24). As atividades devem ser retomadas na segunda-feira (28), após o feriado do Dia do Servidor Público.
Veja um resumo do que se sabe até agora sobre os casos:
Primeiros registros:
Os primeiros casos de violência foram registrados ainda no domingo (19), em bairros como Cidade Olímpica, Tibiri e Bairro de Fátima, em São Luís. Três pessoas morreram e outras três ficaram feridas em diferentes pontos da capital. O episódio mais grave da semana ocorreu no bairro Cidade Operária, onde um jovem de 19 anos, identificado como Eduardo Lemos Martins, foi morto e outras cinco pessoas ficaram feridas após um ataque a tiros em frente a um estabelecimento comercial. Os criminosos fugiram em direção à Cidade Olímpica.
Motivações:
De acordo com o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins, os ataques são resultado de uma guerra entre facções criminosas. “É uma guerra de facções que ocorre em todo o Brasil. O Brasil precisa acordar para esse momento em que vivemos. […] São organizações criminosas confrontando o Estado Brasileiro, e nós não podemos aceitar”, declarou o secretário em entrevista à GloboNews.
Bairros e cidades afetados:
Os ataques ocorreram em diversos pontos da Grande Ilha. Em São Luís, houve registros nos bairros Cidade Operária, Cidade Olímpica, Tibiri, Bairro de Fátima, Liberdade, Vila Magril, Monte Castelo, Vinhais, Vila Janaína, Residencial Maria Aragão, Vila Vitória e Vila Palmeira.
Casos também foram confirmados em São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Consequências na rotina:
A violência impactou o funcionamento de escolas e universidades, que suspenderam as atividades por segurança. Mais de 20 escolas estaduais e municipais não abriram as portas na quinta (23) e sexta-feira (24). As universidades Uema, UFMA e IFMA também suspenderam as aulas e reduziram o atendimento administrativo.
O que dizem as autoridades:
O secretário Maurício Martins afirmou que as forças de segurança permanecem nas ruas e que o Serviço de Inteligência trabalha na identificação dos responsáveis. Segundo ele, não há registros de ataques dentro ou nas proximidades de escolas e universidades, e as equipes seguem atuando para restabelecer a normalidade. Martins também voltou a criticar o sistema judicial brasileiro, afirmando que a legislação atual é frágil no combate às facções criminosas, o que facilita a soltura de integrantes dessas organizações.
Medida do Ministério Público acolhida pelo governador Carlos Brandão propõe auxílio mensal a menores de idade
Proposta, idealizada pelo Ministério Público do Maranhão, foi apresentada ao Executivo pela deputada estadual Daniella
Após indicação da deputada estadual Daniella, o governador do Maranhão, Carlos Brandão, anunciou o encaminhamento à Assembleia Legislativa do projeto que institui o Auxílio Financeiro aos Órfãos do Feminicídio, uma iniciativa inédita no Estado que prevê o pagamento de meio salário mínimo mensal por criança ou adolescente até os 18 anos de idade.
A proposta, idealizada pelo Ministério Público do Maranhão, foi apresentada ao Executivo pela deputada estadual Daniella, que articulou junto ao governador Carlos Brandão o acolhimento e o encaminhamento da medida para apreciação legislativa. O projeto representa um avanço concreto na proteção social de crianças e adolescentes vítimas indiretas da violência contra a mulher.
O auxílio busca garantir condições básicas de alimentação, moradia e educação para filhos de mulheres assassinadas em crimes de feminicídio, uma realidade que atinge dezenas de famílias maranhenses todos os anos.
De janeiro de 2019 até 2025, 400 mulheres foram vítimas de feminicídio no Maranhão, segundo dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública. Com base em estimativas do IBGE e de estudos acadêmicos, esse número pode ter gerado mais de 1.100 órfãos apenas nesse período.
Parceria
Na segunda-feira (20), Daniella esteve na sede do Ministério Público do Maranhão, onde se reuniu com o procurador-geral do órgão, Danilo José de Castro Ferreira, e com o secretário de Estado de Monitoramento de Ações Governamentais, Alberto Bastos.
A deputada ressaltou que a iniciativa representa uma resposta concreta do Estado a uma tragédia silenciosa que atinge centenas de famílias maranhenses.
“Essa é uma das causas mais sensíveis com as quais já trabalhei. Por trás de cada número, existe uma criança que perdeu sua mãe de forma brutal e precisa reconstruir a vida. Esse auxílio é mais do que um apoio financeiro. É um gesto de humanidade, que devolve dignidade e esperança a quem ficou”, destacou a parlamentar.
O procurador Danilo Ferreira enfatizou a felicidade de poder discutir com a deputada Daniella e com o secretário Alberto Bastos a lei que concederá ajuda financeira, psicológica e médica para os menores dependentes das vítimas de feminicídio. E, também, por discutir novos projetos de combate à violência contra a mulher. “Agradecemos muito a presença da deputada Daniella e do nosso secretário Alberto Bastos para que a gente possa impulsionar ações do Ministério Público nesse sentido”, comentou.
O secretário Alberto Bastos pontuou que o governador Carlos Brandão tem uma sensibilidade muito grande em relação às crianças e, principalmente, aos órfãos de vítimas de feminicídio. “Esse auxílio é uma medida concreta que foi iniciada pelo Ministério Público, a quem parabenizo pela iniciativa. Essa articulação foi encaminhada pela deputada Daniella e o governador teve muita sensibilidade e assertividade em acolhê-la. Esperamos que em breve possamos dar esse apoio, a quem mais precisa”, destacou o secretário.
Segundo o procurador Danilo Ferreira, a parceria entre os poderes continuará em novos projetos. “Em breve teremos um projeto para atuarmos juntos, governo do Estado, Ministério Público, Poder Legislativo e toda a sociedade, para aumentarmos o IDH das cidades aqui do nosso Estado. Em breve teremos boas novidades”, afirmou.
Daniella também agradeceu o empenho das instituições envolvidas. “Agradeço profundamente ao Ministério Público do Maranhão por conduzir com tanta sensibilidade essa pauta, e ao governador Carlos Brandão, por acolher e transformar essa proposta em política pública. Quando o poder público atua de forma integrada, quem ganha é a sociedade”.
Com o encaminhamento do projeto à Assembleia Legislativa do Maranhão, a expectativa é que a medida seja apreciada e aprovada ainda neste semestre.
“O Maranhão está dando um passo histórico, mostrando que é possível transformar dor em política pública e construir um estado mais justo, solidário e humano”, finalizou a deputada.
Nesta última terça-feira, o cenário político maranhense ganhou novos contornos após a divulgação de áudios e prints que colocam em evidência a movimentação de parlamentares ligados ao grupo político do ex-governador. As gravações, que vieram a público por meio do deputado estadual Yglésio Moyses (PSB), escancararam bastidores de um jogo político que estaria sendo articulado por nomes de peso, como Márcio Jerry (PCdoB), Rubens Júnior (PT) e Diego Galdino, todos ex-integrantes da cúpula dinista e atualmente detentores de mandatos federais.
Nos áudios, o deputado Yglésio revela diálogos e articulações que, segundo ele, visam enfraquecer o governador Carlos Brandão e criar um ambiente de instabilidade dentro da base governista. O conteúdo sugere a existência de um movimento coordenado que busca isolar Brandão e desgastar a imagem de seu governo, especialmente em um momento em que o governador consolida apoios e reforça sua presença no interior do estado.
O episódio, que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e entre lideranças políticas, expôs uma crise silenciosa que há tempos vinha se desenhando entre o grupo do atual governador e antigos aliados do campo dinista. Analistas políticos apontam que, desde que Brandão assumiu o comando do Estado, a relação com parte do grupo de Dino passou a ser marcada por desconfianças e disputas de protagonismo.
Chantagens de Márcio Jerry, Rubens Júnior e Diego Galdino
Segundo as revelações, cada um dos três agiu em diferentes frentes de chantagem política:
Márcio Jerry teria condicionado apoio a Brandão à liberação de cargos estratégicosna administração estadual, além de pressionar por favores políticos para aliados e militância;
Rubens Júnior buscou influência em municípios e órgãos públicos, ameaçando bloquear projetos e convênios caso suas demandas não fossem atendidas;
Diego Galdino participou das articulações exigindo favores específicos em nome de interesses partidários e pessoais, alinhando apoios estratégicos a grupos próximos dele, em troca de neutralidade ou colaboração política.
O conjunto dessas ações evidencia um verdadeiro vale-tudo pelo poder, em que alianças e chantagens servem apenas à manutenção de influência, sem considerar o interesse do Estado.
A verdadeira cabeça por trás da crise: Brasília
Embora os holofotes estejam voltados para o Maranhão, Brasília é o verdadeiro epicentro da disputa. Movimentos estratégicos em nível federal moldam decisões locais e mostram que o comando dessa trama continua distante do estado, influenciando diretamente a política maranhense.
O episódio também revela que o grupo que comandou o Estado por mais de sete anos permanece ativo, mantendo influência nas estruturas administrativas e criando um padrão de atuação que privilegia interesses próprios, enquanto o Maranhão que se vire. Além disso, o ex-governador mantém grande influência na República, hoje com o poder da caneta jurídica em mãos, o que facilita movimentações estratégicas para consolidar seu controle político e pressionar adversários.
O todo-poderoso ex-governador, conhecido por seu sorriso amarelo, atua com sarcasmo, piadas políticas e pitadas de deboche, mostrando que manter o poder muitas vezes fala mais alto do que o interesse do Maranhão.
Nota de Marcus Brandão
Em meio à repercussão, o presidente do MDB no Maranhão e irmão do governador, Marcus Brandão, divulgou uma nota oficial em defesa do governo. Na manifestação, Marcus lamenta a postura de setores ligados ao grupo dinista e denuncia a existência de ações coordenadas — incluindo supostos ataques com documentos plantados e hackers militantes — que teriam como objetivo fragilizar a administração estadual e desgastar a imagem do governador.
Marcus reforça que o governo segue firme diante dessas investidas, confiante na reação da imprensa e da Justiça.
Hoje, 16 de outubro, Astro de Ogum, nome religioso de Generval Martiniano Moreira Leite, vereador de São Luís e uma das figuras mais emblemáticas da política e da religiosidade afro-brasileira no Maranhão, completa mais um ano de vida.
Da Baixada Maranhense ao coração de São Luís
Natural de São Bento, na Baixada Maranhense, Astro de Ogum mudou-se para a capital maranhense aos 12 anos. Desde então, tem sido uma presença constante nas comunidades periféricas e rurais de São Luís, onde atua como líder religioso e político. Sua trajetória é marcada pela dedicação à fé, à solidariedade e ao serviço público.
Fé, liderança e compromisso social
Astro de Ogum é reconhecido como um dos maiores líderes religiosos do Maranhão, atuando há mais de três décadas como pai de santo na capital maranhense. Ele é conhecido por sua humildade, solidariedade e compromisso com as camadas carentes da sociedade. Sua liderança transcende as fronteiras da religião, tornando-se um símbolo de fé e resistência para muitos.
Um dos grandes líderes do povo de São Luís
Eleito vereador pela primeira vez em 2000, Astro de Ogum tem sido uma voz ativa na Câmara Municipal de São Luís, representando as comunidades mais necessitadas e lutando por melhorias na qualidade de vida da população. Sua atuação é marcada pela proximidade com o povo e pelo empenho em resolver problemas cotidianos das comunidades.
Atualmente, ele ocupa seu sétimo mandato consecutivo, consolidando-se como decano da Câmara Municipal de São Luís. Sua experiência e dedicação o tornaram uma referência política na capital maranhense.
Aniversário de Astro de Ogum
Nesta quinta-feira, Astro de Ogum celebra mais um aniversário, cercado de amigos, aliados e correligionários que fazem parte de sua caminhada. Ao longo dos anos, construiu um grupo sólido, com presença marcante na política de São Luís e projeção que ultrapassa os limites da capital, tornando-se uma referência no Maranhão e em outros estados.
A data é marcada pela celebração e pelo reconhecimento de uma trajetória consolidada pelo trabalho, pela dedicação ao social e pelo compromisso em dar voz às comunidades que representa.
O Blog do Márcio Santos deseja felicidades ao vereador, que segue firme em sua jornada, renovando ciclos e fortalecendo vínculos construídos ao longo de sua história.
A saída da arquiteta Lena Brandão Fernandes do comando do Iphan no Maranhão movimentou os bastidores políticos neste fim de semana. A decisão, que ainda não teve explicação oficial, reacendeu especulações sobre a influência das posições do deputado Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), irmão de Lena, em votações que contrariaram o governo federal.
Nos corredores da política maranhense, comenta-se que o desligamento teria menos a ver com a atuação técnica de Lena e mais com o contexto político que envolve o União Brasil e o Palácio do Planalto. Pedro Lucas tem adotado uma postura independente, contrariando orientações do governo em temas econômicos e orçamentários, o que acabou gerando desconforto em Brasília.
Lena havia sido nomeada ainda na gestão em que Flávio Dino comandava o Ministério da Justiça, e seu nome foi bem recebido por setores ligados à cultura e ao patrimônio. A arquiteta é vista como uma profissional técnica e discreta, mas o fato de ser irmã do deputado acabou pesando no tabuleiro político.
A exoneração é interpretada por aliados como um sinal de reacomodação nos cargos federais sob influência do União Brasil no Maranhão. Mudanças em outros postos não estão descartadas.
Pedro Lucas, por sua vez, tem repetido que a irmã não foi indicada por ele nem possui filiação partidária. Mesmo assim, o episódio é visto como mais um reflexo da distância entre o grupo de Dino e o do deputado, que já se desenha desde o início do governo.
Em resumo, a demissão de Lena Brandão deixa evidente como as disputas nacionais acabam respingando no cenário local, afetando até nomes de perfil técnico. No Maranhão, onde política e simbolismo caminham juntos, nenhum movimento passa despercebido.
O tradicional Festival de Flores de Holambra encerra sua 17ª edição em grande estilo neste domingo (12), durante a Feirinha São Luís, na Praça João Lisboa, no Centro Histórico da capital. O evento promete encantar o público com um espetáculo de cores, aromas e diversidade natural.
Realizado desde o dia 26 de setembro, o festival vem movimentando a Praça Deodoro, no coração de São Luís, reunindo centenas de espécies de flores, plantas ornamentais e frutíferas trazidas diretamente de Holambra (SP), cidade reconhecida como o maior polo de cultivo e comércio de flores do Brasil.
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🌿 Um jardim a céu aberto em São Luís
Durante os dias de realização, o Festival de Flores de Holambra transformou a Praça Deodoro em um verdadeiro jardim a céu aberto, com estandes repletos de cores vibrantes e aromas marcantes. Entre as espécies expostas, destacaram-se orquídeas, violetas, begônias, crisântemos, roseiras e plantas exóticas, além de mudas de ervas medicinais, temperos e frutíferas.
Além da beleza natural, o festival despertou o interesse de quem busca embelezar espaços, promover bem-estar e incentivar o contato com a natureza. Visitantes de todas as idades se encantaram com a variedade e a qualidade das flores expostas.
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🌸 Tradição, sustentabilidade e encantamento
Promovido por produtores e floricultores de Holambra, o festival tem como propósito divulgar a cultura das flores e incentivar práticas sustentáveis de cultivo e ornamentação. Com entrada gratuita, o evento se consolidou como um dos mais aguardados do calendário cultural de São Luís, reunindo visitantes locais e turistas em busca de novas experiências sensoriais.
O encerramento na Feirinha São Luís celebra o sucesso da edição, que movimentou o público e reforçou a importância de valorizar a natureza, a cultura e a economia criativa local.
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🌼 Serviço
Evento: Encerramento do Festival de Flores de Holambra
Local: Feirinha São Luís – Praça João Lisboa, Centro Histórico
O ex-presidente da Câmara Municipal de São José de Ribamar, Dudu Diniz, participou, no sábado pela manhã, da ação da saúde em parceria com o Governo do Maranhão, através da Secretaria de Saúde.
Na ação, houve consultas oftalmológicas e distribuição de óculos de grau, totalmente gratuitos, além de tratamento de varizes para quem precisa. Foram mais de mil atendimentos ao povo ribamarense.
“Transformando vidas em São José de Ribamar! Tive a honra de participar de mais uma ação incrível do Governo do Estado, proporcionando consultas oftalmológicas e distribuindo óculos totalmente gratuitos para quem precisa. Além disso, também levamos cuidados para quem enfrenta problemas de varizes. A missão continua, mesmo sem mandato. Agradeço ao nosso governador Carlos Brandão, ao secretário estadual de Saúde, Tiago Fernandes, ao querido secretário municipalista Orleans Brandão e a todos que fazem isso acontecer”, disse.
Dando continuidade à programação, Dudu Diniz ressaltou a importância da participação da comunidade nas festividades e nas ações de saúde. “É fundamental que todos se envolvam. A saúde é um direito de todos e momentos como este reforçam nosso compromisso com o bem-estar da população”, afirmou.
À noite, Diniz também participou, ao lado do governador Carlos Brandão, do deputado estadual Jota Pinto e da vereadora de São Luís, Concita Pinto, da celebração da missa no Festejo de São José de Ribamar.
“Celebrando a fé e a união no Festejo de São José de Ribamar! Que as bênçãos do nosso Santo Padroeiro iluminem cada canto da nossa cidade e nos inspirem a construir um futuro repleto de amor e solidariedade”, disse Dudu.
Início será em regime fechado; ex-presidente também foi condenado a 124 dias multa, no valor de dois salários mínimos o dia.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou nesta quinta-feira (11) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e 3 meses de prisão, com início em regime fechado, por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
Além da prisão, Bolsonaro também foi condenado a 124 dias multa, no valor de dois salários mínimos o dia.
Para a definição da pena, o ministro relator, Alexandre de Moraes, considerou o agravante de liderança de organização criminosa e a atenuante da idade avançada do ex-presidente. Ele foi acompanhado por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O ministro Luiz Fux, por ter votado pela absolvição de Bolsonaro, decidiu não participar da definição de pena.
Condenação
Por maioria de votos, Bolsonaro se tornou o primeiro presidente do Brasil a ser condenado por golpe de Estado.
O relator, Alexandre de Moraes, foi acompanhando por Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Luiz Fux votou pela absolvição. O placar final foi de 4 a 1.
Ele foi condenado pelos seguintes crimes:
• Organização criminosa armada;
• tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
• golpe de Estado;
• dano qualificado pela violência e grave ameaça (com exceção de Ramagem);
• e deterioração de patrimônio tombado (também com exceção de Ramagem).
No Brasil, as penas só podem ser executadas depois que o caso transita em julgado, ou seja, depois que acabam todas as possibilidades de recurso.
Como votou cada ministro
Alexandre de Moraes: Dedicou cinco horas ao voto e apontou Jair Bolsonaro como líder da organização criminosa que planejou um golpe de Estado. Segundo ele, o grupo usou a máquina pública e apoio de militares para atacar o Judiciário, desacreditar o sistema eleitoral e impedir a posse do governo eleito em 2022. Moraes citou a minuta do golpe discutida com militares, a reunião de ministros em 2022, o financiamento de acampamentos em quartéis, o Plano Punhal Verde e Amarelo e a coordenação dos atos de 8 de janeiro. Para o ministro, as ações mostraram a recusa de Bolsonaro e aliados em aceitar a alternância democrática de poder e quase levaram o Brasil de volta a uma ditadura.
Flávio Dino: Acompanhou Alexandre de Moraes e votou pela condenação de Jair Bolsonaro e outros sete réus. Para ele, Bolsonaro e Walter Braga Netto exerceram liderança sobre a organização criminosa e devem receber penas mais altas, enquanto Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Alexandre Ramagem tiveram participação menor e devem pegar penas reduzidas. O ministro ressaltou que a tentativa de golpe não se tratou apenas de preparativos, mas de atos executórios que colocaram em risco o Estado Democrático de Direito, incluindo com a invasão violenta das sedes dos Três Poderes.
Luiz Fux: Foi o único a divergir no julgamento. Em um voto de 14 horas, defendeu a absolvição completa de Jair Bolsonaro e de outros cinco réus. Em relação a Mauro Cid e Walter Braga Netto, votou pela condenação apenas pelo crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, rejeitando todas as demais acusações. Ao contrário dos outros ministros, Fux analisou separadamente cada crime e cada réu. Também acolheu quase todas as preliminares apresentadas pelas defesas, argumentando que houve cerceamento do direito de defesa e que o STF, assim como sua Primeira Turma, não teriam competência para julgar o caso. Logo no início de sua manifestação, ainda enviou um recado indireto a Alexandre de Moraes, afirmando que juízes não têm função investigativa e devem agir com distanciamento.
Cármen Lúcia: Concluiu que a PGR apresentou provas sólidas de uma empreitada criminosa organizada por uma “milícia digital” para atacar o Judiciário e as urnas eletrônicas, liderada por Jair Bolsonaro, apontado como responsável por planejar a ruptura institucional e a permanência forçada no poder. Para ela, as ações foram coordenadas, contaram com participação efetiva de Mauro Cid e envolveram violência, grave ameaça e até cogitação de assassinatos de autoridades. Rejeitando a tese de Luiz Fux, defendeu que os réus devem ser condenados separadamente pelos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Cristiano Zanin: Surpreendeu ao acompanhar integralmente o voto de Alexandre de Moraes e votar para condenar todos os réus pelos cinco crimes imputados pela PGR. Para ele, ficou comprovada a existência de uma organização criminosa armada e estruturada para manter Bolsonaro no poder. Segundo o ministro, as ações envolveram uso de estruturas do Estado, ameaças a autoridades e violência, evidenciada nos atos de 8 de janeiro de 2023. Zanin afirmou que não foram apenas opiniões políticas ou atos preparatórios, mas um conjunto de estratégias coordenadas que atacaram a democracia, e que a responsabilização é fundamental para consolidar o Estado Democrático de Direito.
Relembre o caso
Em 8 de janeiro de 2023, manifestantes vindos de várias cidades e do acampamento em frente ao quartel general do Exército invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF. Obras, estruturas e peças históricas foram destruídas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro estava nos Estados Unidos quando os ataques ocorreram, mas já estava na mira da Polícia Federal como possível mentor de um plano golpista.
As apurações avançaram com a delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Ele relatou reuniões do presidente com ministros, embaixadores e chefes militares antes das eleições de 2022, nas quais o então mandatário colocava em xeque a credibilidade das urnas.
No segundo turno, a PRF teria sido mobilizada para dificultar o acesso de eleitores em cidades mais favoráveis a Lula. Após a diplomação do petista, em dezembro, vândalos incendiaram carros e ônibus e tentaram invadir a sede da PF em Brasília, e dias depois foi encontrada uma bomba perto do Aeroporto da capital.
Ainda em dezembro, investigações apontaram a elaboração de uma minuta golpista e do plano “punhal verde-amarelo”, que previa os assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes. O inquérito da PF foi concluído em novembro de 2024.
Bolsonaro e outros 36 aliados foram indiciados e denunciados pela PGR, que os dividiu em cinco núcleos de atuação. O núcleo central, liderado por Bolsonaro, teria planejado impedir a posse de Lula. A denúncia foi aceita pelo STF, e os réus passaram a responder a uma ação penal.
Segundo a acusação, Bolsonaro liderou a organização criminosa, articulou ataques às urnas, difundiu desinformação e incitou a intervenção militar. Em junho, os réus foram interrogados e negaram a tentativa de golpe.
As defesas questionaram a imparcialidade de Alexandre de Moraes e a validade da delação de Cid, marcada por contradições e descumprimentos do acordo. Anular a delação, porém, significaria invalidar parte das provas nas quais se baseia a denúncia.
O caso repercutiu internacionalmente. Em julho, o presidente dos Estados Unidos Donald Trump defendeu Bolsonaro, chamou o processo de “caça às bruxas” e impôs sanções a Moraes, que reagiu afirmando que não recuaria “nem um milímetro”.
Com a entrega das alegações finais, o ministro Cristiano Zanin marcou o julgamento. Após cinco sessões, a Primeira Turma do STF decidiu condenar Bolsonaro e outros sete réus.
Helena Duailibe, Wellington do Curso e Júnior Cascaria celebraram a vitória do Maranhão Atlético Clube, que conquistou o acesso à Série C após 19 anos.
Na sessão plenária desta terça-feira (9), deputados repercutiram a histórica vitória do Maranhão Atlético Clube (MAC), que no último domingo (7) conquistou o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro de 2026. Após 19 anos, o clube maranhense volta a disputar a competição, em uma conquista que representa o primeiro acesso do time dentro do atual formato do campeonato nacional.
A deputada Helena Duailibe (PP) destacou o orgulho que a conquista traz para os maranhenses.
“Em seus 92 anos de história, o nosso Maranhão Atlético Clube escreve mais um capítulo inesquecível. Estamos muito felizes com essa conquista! Parabenizo todos os jogadores, comissão técnica e diretoria pelo esforço, dedicação e garra”, declarou.
O deputado Júnior Cascaria (PODEMOS) ressaltou a importância do feito para o esporte no Maranhão.
“Foi um grande passo para o nosso futebol. Que o esporte maranhense siga crescendo e inspirando novos atletas”,enfatizou.
Já o deputado Wellington do Curso (NOVO) valorizou a fidelidade da torcida atleticana ao longo dos anos.
“Fico maravilhado com a torcida do MAC, que mesmo em tempos difíceis se manteve presente. Agora, com essa vitória, há uma renovação do entusiasmo e a certeza de que ainda conquistaremos o título da Série D”, concluiu.